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As novas configurações da família contemporânea no Brasil
Na Grécia Antiga, em Atenas, os homens dotados de conhecimento se relacionavam e criavam com outros homens laços familiares homossexuais, sendo esse um pretexto que ratificava a ideia de superioridade intelectual deles sobre as mulheres. Sob esse viés, hodiernamente, no Brasil, esse olhar estereotipado sobre a população feminina é ausente, mas as novas configurações familiares se disseminaram pelo país. Nesse sentido, é precisso uma reflexão embasada não só no que tange a intolerância sociespacial sobre as novas vertentes afetivas, principalmente, da homossexualidade, mas também acerca dos motivos e impasses intrínsecos à sociedade que corroboram para o surgimento de novos pensamentos sociais diante da nova formação e planejamento familiar.

Em primeira análise, é importante ressaltar os fatores que incitam e favorecem os conflitos na sociedade a respeito das novas relações de família. Diante de tal exposto, conforme o filósofo Nicolau Maquiavel, "os prenconceitos têm mais raízes do que princípios", dessa maneira, sob tal ótica, historicamente no Brasil, desde da época colonizadora, a sociedade se caracterizava pelo patriarcalismo, além do modelo convencional de casal e filhos que consolidou o "padrão" familiar vigente. Ademais, é evidente no Brasil que é signatário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, a presença do desrespeito, violência e negligência sobre os laçoes afetivos homossexuais e a falta de senso ético social sobre eles.

Em sugunda análise, destaca-se os empecilhos sociais e econômicos moldando a nova maneira de pensar na sociedade, Sob esse aspecto, segundo o filósofo Platão, o importante não é viver, mas viver bem, logo, analogamente, esse ideal é constatado na teoria e não desejavelmente na prática, haja vista que, as novas relações sociais influênciam, diretamente, os indivíduos, por exemplo, o alto custo de vida na cidade impulsiona a necessidade de um planejamento familiar e a dúvida substancial acerca da possibilidade de ter filhos, além de confirmar com o estudo feito pelo site jb.com.br em que 3,4 milhões de mulheres vivem sozinhas e que não se sente preparadas para formar uma família com medo de possíveis consequências.

Em suma, faz-se necessário subterfúgios que solucione esses impasses. Logo, para mitigá-los, o Governo Federal, com auxílio do Ministério da Educação e Cultura, promover disciplinas específicas em escolas e em âmbito público palestras ministradas por especialistas que visem passar, informar e ensinar sobre os novos conceitos e vertentes de família, além dos problemas envolvidos, a fim de que a sociedade se conscientize sobre tal assunto e evite praticar o preconceito já evocado pelo Maquiavel. Além disso, o Estado deve promover planejamentos familiares gratuitos, a partir de assistentes sociais, à população que são vuneráveis a problemas econômicos e sociais.
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