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As dificuldades de inserção de universitários e recém-formados no mercado de trabalho

            Até o século XX, o papel clichê da mulher era seguido na sociedade, porém, com a Grande Guerra, a mão de obra masculina tornou-se escassa, sendo substituída pela feminina. Sob este viés, ocorreu o aumento da concorrência, e assim, a busca por aprimoramentos. Paralelo a isso, em um cenário hodierno, a procura acelerada por instituições de ensino superior, potencializada pela ampliação da perspectiva de vida, originou um grande contingente de universitários e recém-formados não inclusos no mercado. Nesse sentido, torna-se como causa evidente do caos social a mecanização dos negócios, bem como a falta experiências de trabalho destes.


            A priori, as inovações tecnológicas ocorridas durante a Revolução industrial pode ser considerada um grande impasse à consolidação de uma solução. De acordo com os acontecimentos do século XVlll, a introdução da mão de obra mecanizada nas indústrias foi responsável pelo desemprego em massa, e pela formação do exército de reserva – conceito criado por Marx, a fim de caracterizar uma grande massa populacional à procura de emprego. Em meio a isso, à medida que o tempo avança, mais a ciência progride, gerando máquinas que suprimem as qualidades dos indivíduos, uma vez que são mais lucrativas aos donos de produção. Sendo assim, é constituído um descompasso social, muitos sujeitos recém-formados almejando a inserção no mercado, porém, poucas vagas empregatícias em decorrência da inteligência artificial.


            Em segundo plano, os requisitos dos empregadores podem ser considerados um grande impasse a resolução da problemática. Em conformidade com Nelson Mandela, líder na luta contra o regime do apartheid, a educação é a arma mais poderosa que você pode usar para o mundo. À vista disso, ao passo que são exigidas pelos patrões experiências de trabalho a um recém – formado, o conhecimento é desprezado, e a máxima de Mandela desfeita. Nessa perspectiva, é indiscutível que esses jovens universitários são colocados às margens da conjuntura mercantil, sendo imprescindível a análise desta situação sob outras óticas, com o intuito de que haja uma maior inclusão nos negócios, e a fim de que a educação nunca seja transcendida.  


            Infere-se, portanto, as dificuldade de inserção de universitários e recém-formados no mercado como um problema. Destarte, é mister do Estado tomar as medidas cabíveis, para que a atual circunstância deletéria seja sanada. Logo, é necessário que o Tribunal de Contas da União (TCU) envie verbas que, por intermédio do Ministério do Trabalho (MT), serão revertidas em um programa de inserção, que consiste em incentivos fiscais às empresas, as quais contratarem indivíduos que acabaram de se formar e universitários, com o objetivo de incluir estes no âmbito trabalhista. Só assim, uma nova sociedade alicerçada na igualdade e na exaltação de valores éticos e morais, ressurgirá.

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