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As altas taxas de feminicídio no Brasil

Situações patriarcais dentro do lar, poucas propagandas voltadas para o assunto, ausência de debate do tema nas escolas. Esses são exemplos dos motivos do aumento do número de mortes ligadas ao sexo feminino no Brasil. Essa realidade é preocupante, pois gera prejuízo à família e a sociedade. Logo, é necessário alterar essa situação.


No que concerne à problemática, é importante destacar o papel da mídia e das escolas no que tange ao feminicídio. É valido salientar, que as emissoras e redes sociais não divulgam campanhas sobre o tema, apenas noticiam crimes cometidos não se preocupando com a prevenção. Nas redes de ensino, pouco se debatem à respeito do assunto, sendo este de extrema importância para o equilíbrio de uma sociedade. Tais omissões, desencadeiam o aumento no número de crimes praticados.


Outrossim, é importante dizer que a Sociologia explica que o ser humano desde o nascimento é influenciado pelos hábitos e costumes da sociedade na qual está inserido. O fato social, escrito pelo psicólogo e sociólogo francês Émille Durkheim, é a forma como o indivíduo age e pensa de forma coletiva, dotada de exterioridade, generalidade e coercitividade. Seguindo essa linha de raciocínio, em uma casa na qual ocorrem pequenas agressões paternas, machismos, estes podem evoluir para o feminicídio. Uma criança que vive nesse contexto, normalmente absorve esses valores e tende a reproduzi-los socialmente.


Portanto, depreende-se que é imprescindível reduzir os casos de feminicídio no Brasil. Para isso, é preciso que o Governo Federal, em parceria com diversas mídias divulguem campanhas de proteção à mulher nas escolas, nos diversos setores sociais e nos lares. Sendo necessário o aumento no contigente das delegacias das mulheres para a análise das denúncias e punição dos infratores. Isso deve ser feito com o intuito de diminuir o número de vítimas.

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