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Arquitetura hostil e exclusão de pessoas em situação de rua

                   Na pré-história, há a Revolução Agrícola, ou seja, os homens produziam seu próprio alimento na terra e, por isso, surgem as classes sociais. No contexto hodierno, o pensamento retrógrado ainda persiste, principalmente, no que tange à arquitetura hostil e à exclusão de pessoas em situação de rua, em virtude da negação do direito dos cidadãos, bem como pelo egoísmo da sociedade. Assim, é necessário avaliar os desdobramentos e consequências dessa problemática.

                É importante analisar, de início, o pensamento marxista na qual afirma que priorizar o bem pessoal em detrimento do coletivo gera inúmeras dificuldades para a comunidade. Apesar disso, segundo a antropóloga Jamile Borges, o dado alarmante é que existem mais de 220 mil moradores de rua e nenhuma política pública para combater esse empecilho. Logo, nota-se a falta de altruísmo não só por parte do povo brasileiro, mas também pelo Estado.

                Além disso, a Constituição Federal de 1988 (CF/88), com base nos direitos humanos, prevê, fundamentalmente, o direito à moradia. Em adição, surge, em 2014, a arquitetura hostil promovendo uma expulsão desse grupo vulnerável, como exemplo as pedras pontiagudas em lugares que são abrigados por eles. Desse modo, além da prática inexistente da CF/88, os sem-tetos foram expostos a uma situação desumana.

          Infere-se, portanto, que medidas são essenciais para minimizar esse empeço, tais como as instituições governamentais promoverem projetos de construções habitacionais públicas, por meio de verbas estatais. A ideia é que, com o capital investido, constroem-se condições dignas para todas as pessoas, para assim progredir em um futuro mais empático.

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