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Aplicativos fazem do mundo um lugar melhor

Desde a primeira até a quarta revolução industrial, o mundo passou por diversos avanços tecnológicos, encurtando a velocidade das informações, e o transformando em uma espécie de aldeia global. Nesse sentido, o surgimento do meio midiático facilitou a vida de muitos cidadãos, uma vez que possibilitou uma nova forma da democratização ao acesso à educação, tanto quanto, se tornou um lugar propício para novas possibilidades de representatividade social. Sendo assim, apesar de haver inúmeros fatores positivos, em relação a maneira que o utente utiliza, os aplicativos também trazem uma certa manipulação ao comportamento dos usuários.
Mormente, é válido salientar que os aplicativos tornaram a sociedade hodierna, um local de fácil acesso à indeterminadas coisas. Diante ao contexto, surge o conceito “Internet das coisas”, idealizado pelo britânico Kevin Ashton, no qual exemplifica uma interconexão dos objetos do cotidiano com a Internet, uma vez que passa para o cidadão uma capacidade através do celular, de se comunicar com outros aparelhos eletrônicos, por exemplo, chamar um Uber ou controlar a televisão, câmeras de segurança entre outras coisas. Paralelamente a isso, o surgimento do Ensino a Distância (EAD), por meio de aplicativos educacionais, elucida o quão mutualístico são essas inovações para a sociedade.
Por conseguinte, analisando as consequências do mundo midiático, muitas pessoas quando utilizam erroneamente acabam prejudicando à sua saúde mental e física. Desse modo, essa nova “geração Alpha”, jovens que desde pequenos já usufruem da tecnologia, tendem a se isolar socialmente, vivendo em um novo mundo idealizado. Logo, em detrimento disso, muitas pessoas começam a desdenhar à ansiedade, à depressão e à falta de relacionamentos afetivos. Destarte, torna-se notório equiparar com a série televisiva Black Mirror, no qual retrata em vários de seus episódios o uso exacerbado da tecnologia pelas pessoas, transcendendo sempre, as consequências através de lições de moral.
Portanto, faz-se necessário explanar o uso correto dos aplicativos, principalmente aos jovens dessa nova geração. Para isso, cabe ao Ministério da Educação e Cultura (MEC), ministrar palestras socioeducativas, sobre esse novo mundo midiático, explicando seus pontos positivos, bem como, o negativo e a isso, maneiras saudáveis e adequadas de como utilizá-lo. Outrossim, essa ação deve ser feita por meio de psicólogos junto com profissionais da tecnologia de informação (TI), com o fito de reduzir essas mínimas problemáticas atreladas aos aplicativos, e evitar um futuro distópico abordado na série Black Mirror.

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