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Ansiedade: a doença dos millennials

 Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos, garante a todos os indivíduos o direito à saúde e ao bem-estar social. Conquanto, o aumento da ansiedade no Brasil impossibilita que essa parte da população desfrute desse direito universal na prática. Nessa perspectiva, esses desafios devem ser superados de imediato para que uma sociedade integrada seja alcançada.


 É indubitável que a questão constitucional e a sua aplicação estejam entre as causas do problema. Segundo o filósofo grego Aristóteles, a política deve ser utilizada de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade. De maneira análoga, é possível perceber que, de acordo com um estudo feito pela BDA Morneau Shepell, prestadora de serviços de saúde para empresas americanas, 30% da geração Y sofrem com ansiedade, em contrapartida 26 % da geração X sabem lidar com esse problema.


 Outrossim, destacam-se o uso excessivo da tecnologia e o exagero da carga horária de trabalho como impulsionadores do problema. De acordo com Durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de agir e de pensar, dotado de exterioridade,coercitividade e generalidade. Seguindo essa linha de pensamento, observa-se a falta de conhecimento e de informações sobre a ansiedade que desencadeiam em um diagnóstico vagaroso, impossibilitando do indivíduo viver tranquilamente na população.


 Infere-se, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que visem à construção de um mundo melhor. Dessa maneira, é mister que o Estado tome providências para melhorar o quadro atual, se mobilizando junto com a sociedade, em geral, principalmente com as instituições familiares para sanar e combater o aumento da ansiedade na população. O governo tem o papel de desenvolver políticas públicas que busquem além dos cuidados com os doentes, visem à informação e conscientização cidadã, através de palestras educacionais em empresas, escolas e em grandes centros urbanos, dessa maneira contribuindo de forma preventiva a fim de que o tecido social se desprenda de certos tabus, para que não viva a realidade das sombras, assim como na alegoria da caverna de platão. 

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