ENTRAR NA PLATAFORMA
Ansiedade e depressão em tempos de pandemia

        Convergindo para o bem-estar


    Promulgada pela Organização das Nações Unidas (ONU), a Declaração dos Direitos Humanos garante a todos o direito à saúde e ao bem-estar social. Conquanto, o corpo social acometido pela ansiedade e depressão em tempos de pandemia impossibilita que a parcela da população que sofre desses males desfrute daquela virtude universal na prática. Nessa perspectiva, encontrar mecanismos que visem o amparo de parte do contingente populacional acometido por essas doenças se faz necessário para que uma sociedade integrada seja alcançada.


    Indubitavelmente o novo corona vírus fez emergir a incerteza na maneira de viver e conviver em coletivo. Esse fator é fundamental para se entender o adoecimento psicológico hodiernamente, visto que, a preocupação de como agir diante da epidemia aborda duas vertentes: as inquietações "reais" e "hipotéticas". Nesse sentido, as preocupações reais estão relacionadas a problemas atuais, como, por exemplo, a nítida aflição em se higienizar a todo momento; já a segunda classe revela os fenômenos que ainda não existem, embora possam vir à ascender em determinado momento, tal qual o medo de perder um parente para a COVID-19 ou mesmo se fazer hipocondríaco, segundo revela o artigo "vivendo com preocupação e ansiedade em meio a incerteza global".


    Além disso, faz-se mister, salientar que os problemas de aflição são um mecanismo natural do organismo. Nesse prisma, os malefícios enfrentados no que cerne as matrizes mentais, são decorrentes das chamadas "preocupações excessivas" que rege a contemporaneidade. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é país mais ansioso do mundo, com aproximadamente, 19 milhões de pessoas que convivem com o transtorno. Assim sendo, é notório que o desgaste mental é uma barreira que assola a sociedade muito antes da pandemia, mas que devido a ambiguidade que à mesma trás consigo, acarreta maiores prejuízos salutares. Com isso, é necessário salientar a importância do ambiente ao qual estamos inseridos. Por ser um animal social, o ser humano deve preservar as relações e procurar alívio junto a entes próximos e assim, subtrair os anseios que se aglomeram perante à realidade vivida.


    Portanto, infere-se que ainda há entraves para garantir a solidificação de mecanismos que garantam os direitos universais da ONU. Dessa maneira, o governo deve elaborar propagandas de cunho informativo sobre os benefícios das interações sociais, assim como, a relevância do leito familiar, utilizando os meios midiáticos, como tv, rádio e mídias sociais para  unir à população de modo geral. Além disso, os efêmeros devem fazer uso de práticas que busquem o prazer, e que estejam concatenadas à atividades de realização pessoal e que gerem proximidade com outras pessoas -mesmo que virtualmente-, para que assim,  tenham-se medidas que convergiam para o bem-estar.

Ver todas as redações Corrija suas redações com a nossa plataforma! Clique aqui!
Message comes here!
Aguarde