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Ansiedade e depressão em tempos de pandemia

No ano de 2019, a OMS (Organização Mundial da Saúde) mostrou que o Brasil está em primeiro lugar entre os países com pessoas que mais sofrem de depressão na América Latina, sendo a doença que mais prevalece no mesmo. Contudo, lidar com a depressão e, também, com a ansiedade é uma luta diária, em tempos de pandemia a dificuldade de lidar com essa situação é elevada. Nessa perspectiva, esse desafio deve ser superado de imediato para que um bem-estar social seja alcançado. 


A saúde é um fator de elevada importância para um país. Hodiernamente, ocupando a segunda posição do ranking dos países das Américas que mais sofrem com doenças mentais, seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema de educação mental precária. Logo, a realidade é condizente com o resultado e claramente é refletido no aumento dos casos. Segundo o publicado pela The Lancet, duplicou e aumentou em quase 100% a ocorrência de ansiedade e depressão no Brasil, respectivamente.  Diante do exposto, é necessário incentivar o cuidado com doenças do gênero. 


Faz-se mister, ainda, salientar o medo de contrair ou passar a efemidade como ocasionador desse adoecimento mental, principalmente por aqueles que têm a necessidade de ter contato com outras pessoas, como no caso dos trabalhadores ou de quem apresenta algum idoso em casa, ficando assim, estressados e ansiosos. Segundo Buda, o segredo da saúde mental está em não se adiantar aos problemas, mas viver sábia e seriamente o presente. Diante de tal contexto, é de importância o homem se preocupar em cuidar da sua saúde deixando de lado esses pensamentos ruins sobre o que "possivelmente" pode acontecer e ficar ciente nas precauções necessária para evitar o contaminamento. 


Portanto, é de extrema importância a ação do Ministério da Educação e do Ministério da Saúde levar informações não só sobre a efemidade causadora da epidemia como também, informar e educar a população sobre as doenças mentais por meio de palestras online e programas de educação nas escolas, já que os jovens também são afetados. Dessa forma, o Brasil poderia superar esse problema. 

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