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Ansiedade e depressão em tempos de pandemia

  A Revolução Industrial -marco do Capitalismo Industrial- é considerada um símbolo do desenvolvimento econômico, todavia, devido as péssimas condições de vida e a negligência do Estado, os trabalhadores urbanos conviviam com a incerteza e a insegurança, ocasionando o aumento de transtonos mentais. Paralelamente, no Brasil, devido a pandemia do COVID-19, ocorre a ampliação de problemas que já afetavam a saúde mental do brasileiro: Os casos de ansiedade crescem substancialmente, em viturde da preocupação constante gerada pela violencia urbana e desigualdade social.


  Primeiramente, o combate à violência urbana é, indubitavelmente, um pilar para a erradicação da problemática. Thomas Hobbes, importante filósofo e sociólogo absolutista, é capaz de comprovar isso pela sua ideia de que uma sociedade ideal é uma sociedade em que o Governo providencia condições adequadas à convivência, destacando, primordialmente, a pacificação. Analogiamente, é analisada uma sitação deplorável no Brasil, o qual é considerado o nono país mais violento do mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Consequentemente, em razão do amplo acesso a informação, o povo é bombardeado com notícias trágicas e brutais, as quais causam uma situação infeliz de angústia elevando o quadro de ansiedade.


  Em segundo plano, a desigualdade social é um fator agravante ao declínio da saúde mental do brasileiro. Para Rosseau, renomado filósofo e estudioso Illuminista, o princípio de todas as desavenças é a desigualdade, portanto, é incontestável que a administração superior providencie medidas a fim de equiparar as condições sócioeconômicas dos cidadãos. Lamentavelmente, no Brasil, é observada uma situação oposta à ideal para Rosseau, na qual há uma grande segregação sócioespacial desenvolvida ao longo da história da nação. Desse modo, indivíduos prejudicados por esse processo histórico estão mais sucetiveis à incertezas, promovendo, miseravelmente, o desenvolvimento de doenças psicosomáticas.


  Portanto, ficam claros os fatores que potencializam a ansiedade e a necessidade de combatê-los. Nesse âmbito, é mister que o Ministério da Saúde, juntamente com as mídias sociais, promovam o acesso à orientações médicas voltadas a saúde mental, sendo essas gratuitas e disponíveis a todos, por meio da criação de uma rede telemédica pública, visando abranger todas as classes sociais e com o intuito de apasiguar o terrível quadro de ansiedade que assombra os brasileiros.  Somente assim, o angustiante cenário vivenciado pelos trabalhores urbanos na Primeira Revolção Industrial, não será reprisado.

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