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Ansiedade: a doença dos millennials

Promulgada pela ONU, em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos, garante a todo ser humano direito à saúde. Embora seja um direito adquirido ao longo de vários anos, pouco se tem feito, no Brasil, para assegurar isto à população. Paralelo a isso, a Ansiedade tem tomado um lugar de destaque no país e existem entraves capazes de impedir o combate a esta doença, são eles: a falta de uma estrutura de saúde pública eficaz no tratamento de transtornos mentais e traumas sofridos durante a infância. Nesta perspectiva, esses problemas devem ser superados, de imediato, para que uma sociedade integrada seja alcançada.


Deve-se pontuar, de início, que a saúde é um fator importante para o desenvolvimento de um país. Hodiernamente, ocupando a nona posição na economia mundial, é racional acreditar que o Brasil possua um sistema de saúde pública de qualidade. Entretanto, a realidade é justamente o oposto e o resultado desse contraste é claramente refletido nos altos índices de Ansiedade. Mesmo o SUS sendo completo e alcançando uma grande quantidade de pessoas no país, algumas áreas ainda são precárias e sem estrutura necessária para atender pessoas com transtornos mentais ocasionando crises cada vez mais complexas em pessoas doentes e até mesmo a depressão, em casos mais graves, o suicídio.


Vale ressaltar, também, os traumas vividos durante a infância como impulsionadores deste problema. De acordo com o blog Psicologia Viva, o transtorno do estresse pós-traumático (TEPT) é um distúrbio da Ansiedade caracterizado por um conjunto de sinais e sintomas físicos, psíquicos e emocionais em decorrência de o portador ter sido vítima ou testemunha de atos violentos ou de situações traumáticas que, em geral representam ameaça à sua vida ou de alguém próximo. Diante disso, nota-se que que o número de traumas é diretamente proporcional à quantidade de pessoas ansiosas e que precisam urgentemente buscar tratamento profissional.


Infere-se, portanto, a necessidade, por parte do Governo Federal, junto ao Ministério da Saúde, a criação de políticas públicas e medidas sociais capazes de combater a ansiedade no país, como o investimento em profissionais como psicólogos e psiquiatras em hospitais públicos, de forma que pessoas consigam marcar consultas de forma segura, com o objetivo de amenizar ou até mesmo tratar a Ansiedade. Dessa forma, traumas, medos e inseguranças serão suavizados e, assim, o Brasil alcançará uma sociedade integrada.

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