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Ansiedade: a doença dos millennials

No final do século XX e início do XXI, o sistema capitalista se consolida no mundo, contribuindo significativamente para o aumento da desigualdade social e, por conseguinte, uma sociedade mais ansiosa, que se preocupa em excesso com os desafios do dia-a-dia e vivem na busca de se enquadrar nos padrões estabelecidos pela mídia. No entanto, pode-se entender que existem dois tipos de ansiedade, a da natureza do ser humano, que não chega a afetar em suas atividades, e a patológica, que se caracteriza com um trastorno causador de limitações à vida do indivíduo.
Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, a ansiedade atinge 3,6% das pessoas em todo o mundo e só no território brasileiro esse número é de 9,3% da população, sendo o país que mais sofre com esse trastorno. Diante dos dados, baseando-se no cenário atual do Brasil, com elevado índice de desigualdade, desemprego, crise financeira e violência, só corroboram a formação de uma sociedade cada vez mais doentia e insatisfeita.
Além disso, um outro fator destacável é que no Brasil, de acordo com pesquisa da empresa eMaketer, é o campeão em toda a America Latina com o maior número de usuários ativos nas redes sociais, cerca de 93, 2 milhões de pessoas. Diante desse quadro, o excesso de conteúdos expostos pelos meios, contribuem para que os indivíduos se coloquem em uma situação de descontentamento com seu modo de vida e se inferiorizem frente a uma sociedade glamurosa revestidas de artifícios desconectados da realidade.
Portanto, para que o problema de transtornos na sociedade brasileira seja revertido, é imprescindível a ação do Estado junto com o Ministério da Saúde para que criem políticas públicas voltadas ao combate à ansiedade0000 com campanhas nas escolas, redes sociais e empresas, discutindo sobre a importância de manter a saúde mental e como se desviar dessa doença. Ademais, é importante que exista políticas para reformulação da distribuição de renda no país para que o cenário de desigualdade social seja minimizado. Concomitantemente, o Ministério da Educação invista na distribuição de cartilhas educativas nas escolas, com especialista da área social falando sobre os males que a mídia pode trazer, na tentativa de desenvolver o senso crítico da comunidade brasileira0000 tudo na busca da construção de uma população saudável e promissora.
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