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Ansiedade: a doença dos millennials

Funcionando como a primeira lei de Newton, a lei da inércia, a qual afirma que um corpo tende a permanecer com seu movimento até que uma força suficiente atue sobre ele mudando-o de percurso. A ansiedade excessiva é um problema que persiste na sociedade brasileira há algum tempo. Com isso, ao em vez de funcionar como a força suficiente capaz de mudar o percurso do problema, da permanência para a extinção, fatores sociais acabam por contribuírem com a situação atual.
Em primeira análise é valido ressaltar o crescimento da nação ansiosa. De acordo com o jornal G1, cerca de 33% da população possui o mal do século e por consequência o principal fator que direciona o problema: a competitividade e obrigações sociais. Dessa forma, encontra-se na teoria da luta de classes do sociólogo Karl Marx, na qual predomina uma hierarquia social. Sendo assim, a percepção do sociólogo hodiernamente reforça a persistência do problema, uma vez que a burguesia por não está no quadro de competitividade e por somente almejar permanecer na sua camada social, não sofrem com o mal do século. Sendo predominante assim, nos proletariados.
Ademais, por serem locais onde a prática ocorre, os meios sociais deveriam está aptos para propiciar na solução do problema, no entanto, não estão. Nesse sentido, as consequências dessa eclosão ânsia é fortemente sentida pela população. De tal forma que o elevado índice de pessoas com problemas cardíacos e metabólico pelas grandes obrigações sociais como trabalho por exemplo, aterroriza a nação, não sofrendo assim nenhuma intervenção governamental eficientemente na prática. Dessa forma, fuca nítido tamanho despreparo social. Desse modo, torna-se claro a emergência de mudanças de percurso da ansiedade social, da permanência para a extição.
Infere-se, portanto, que a ansiedade excessiva é um mal para a sociedade brasileira. Sendo assim, cabe ao governo federal construir escolas de reabilitação afim de atenuar problemas de saúde, além de aumentar o tempo de inserção a quem não conseguir vencer a doença. Ainda, cabe á escola criar palestras sobre as consequências e causas do problema, visando informar crianças e jovens sobre as diferentes dificuldades que determinada classe social enfrenta no quotidiano. Outrossim, a sociedade deve se mobilizar em redes sociais, no intuito de protestar assim como no movimento primavera árabe. Assim, poder-se-á transformar o Brasil em um país desenvolvido socialmente, e criar um legado a newton, da permanência para a extinção.
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