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Altruísmo no mundo contemporâneo

Santo Agostinho, principal figura da filosofia medieval, dizia que o mal é a ausência do bem, sendo o próprio homem a origem de ambos. Sua tese sugere que o indivíduo pratique de bondade para com seus semelhantes, evitando o surgimento da maldade em função do bem praticado. Em outras palavras, ele queria estabelecer o altruísmo como elemento central para o alcance da paz de espírito. Séculos após a morte do filosofo, nota-se que ainda há barreiras a serem transpostas para a ratificação de tal altruísmo.
Exemplos com o hospital do câncer de Barretos (Pio XII), mostram que ainda há espaços para a prática do bem entre a humanidade, pois milhões de pacientes são tratados graças à ajuda financeira que o centro médico recebe de artistas e doadores externos; além da festa do peão - realizada anualmente na cidade - que arrecada capital para ser investido no hospital.
Mas a falta de comprometimento dos países desenvolvidos compromete o prática absoluta do altruísmo. Os Estados Unidos, por exemplo, se recusa a aceitar imigrantes oriundos de países pobres, para evitar que estes compitam como os americanos por vagas de trabalho; o que os força a migrarem a países subdesenvolvidos como o Brasil, que mal suprem as necessidades de seus próprios cidadãos.
A exemplo do que acontece com a política de créditos de carbono, todos os países do globo deveriam ter metas altruístas a serem cumpridas. A criação de uma liga mundial de nações poderia ajudar em causas nobres como acabar com a fome e as doenças na África. Internamente, os estados nacionais podem realizar campanhas para levantar fundos de assistência social; a mídia e a internet servirão de ferramenta para tais campanhas. Pois somente seguindo os preceitos de Santo Agostinho, conseguiremos evitar que o mal supere a vontade de ajudar o próximo.
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