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Agricultura familiar no Brasil

O processo de industrialização começou, no Brasil, por volta de 1960 com apoio do presidente, Getúlio Vargas. Ademais, a demanda de mão de obra que esse avanço industrial trouxe ao Brasil, tirou muitos agricultores de suas terras dando início, assim, ao Êxodo Rural. De volta à atualidade, a saída dos agricultores para o meio urbano, fato esse antecendete ao capitalismo brasileiro iniciado no século XX por Vargas, ressaltou a necessidade da distribuição, igualitária, de terras agrárias e, também, a valorização do pequeno trabalhador rural e de sua família para coibir sua extinção dentro do agronegócio brasileiro. Em primeira lugar, é importante revisar que o lNCRA tem o dever de distribuir terras agrárias para pequenos produtores rurais, direito esse que vem sendo cada vez mais negado aos Trabalhadores Rurais sem Terra. Nessa perspectiva, é fato que empresários rurais, com grande poder de compra, vem ganhando cada vez mais espaço dentro do Brasil capitalizado, o que diminui, por conseguinte, a participação do pequeno produtor rural e gera uma gama cada vez mais crescente de desigualdade, sobretudo, uma segregação que vem sendo palco de inúmeros problemas políticos e sociais. Desse modo, é certo que o Movimento dos Trabalhadores sem Terra lute por espaço dentro de um país cada vez mais desigual e segregado, quanto ao seu processo de divisão de terras. Convém lembrar, também, que o Brasil é um dos maiores produtores agrícolas, o que se deve a sua formação histórico cultural iniciada desde a sua colonização com a produção de cana de açúcar, porém, a diminuição dos pequenos produtores rurais e de suas famílias vem atingindo as mais distantes esferas socias e regredindo o lugar do Brasil nesse ranking mundial. Desse modo, é válido salientar a modernização do Brasil, referente ao seu agronegócio, que permitiu a expansão rural para todas as áreas do país, contudo, em meio à industrialização do campo, as famílias rurais vem perdendo cada vez mais espaço para maquinários agrícolas e vertentes capitalistas, como empresários e industriais. Sendo assim, é nítido que a produção autosustentável dos pequenos produtores rurais e das suas famílias, vem perdendo espaço para produções em massa que corroboram para o crescimento, paulatino, do desperdício de alimentos. Destarte, portanto, que é preciso reformular as políticas de distribuição de terras para diminuir a segregação rural vista no Brasil e tornar a agricultura familiar mais presente. Logo, é dever do Ministério da Agricultura investir, por meio das Políticas Públicas, nas famílias rurais e, também, garantir a participação das próprias na economia agrícola do Brasil, por intermédio da crianção de auxílios com viés escolares e salariais, para então assegurar o desenvolvimento de vida dessas famílias, bem como suas formações cívicas que objetivam uma melhor participação no mercado econômico brasileiro.
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