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Agricultura familiar no Brasil

No Brasil Colônia, as Capitanias Hereditárias eram cedidas a poucos donatários e esse sistema contribuiu para a situação atual das posses de terra. Isso está relacionado com as dificuldades da agricultura familiar no país. Para que esse tema seja explanado é necessária a análise sobre os valores benéficos dessa prática e considerar os empecilhos dos lavradores.


Em primeiro lugar, vale relatar que segundo Adam Smith, o consumo é o único intuito da produção. Sobre isso, nota-se o potencial dessa tradição familiar em "aquecer" o comércio local, uma vez que essa prática possui vantagens logísticas e o capital das transações é mantido na região. Assim, é evidente que a agricultura familiar é útil tanto no quesito sociocultural quanto no econômico.


Além disso, segundo a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), o Brasil está em segundo lugar na lista dos países com a pior distribuição fundiária. Dessa forma, o sistema do agronegócio torna-se dominado por poucos proprietários, esses possuem menores custos na produção, maiores áreas e não contribuem tanto para o mercado local. Dito isso, é notório que as regalias suprimem as chances de muitas famílias campesinas.


Diante do exposto, considerando a qualidade esperada pela ideologia de Adam Smith, mas que há custos desproporcionais devido à realidade evidenciada pela FAO, faz-se necessária uma proposta de intervenção. Portanto, cabe ao Ministério da Agricultura em conjunto com as prefeituras municipais trabalharem em prol da agricultura familiar, através do corte de impostos para essa classe e do fomento por compras feitas pelas escolas municipais da região. Perante essa atuação é intuito que a tradição seja continuada e com bons resultados para a sociedade.


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