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Agricultura familiar no Brasil
Desde séculos passados que no território brasileiro existe a prática da agricultura familiar, de maneira que quando os portugueses chegaram na área já haviam índios que exerciam essa atividade em conjunto. Ademais, é inegável citar que a mesma traz diversos benefícios para a sociedade e, dentre eles, a oferta de alimentos orgânicos. Todavia, fatores externos afetam diretamente esse exercício, o que oferece riscos ao bem-estar social. Nesse sentido, é importante ressaltar que medidas rápidas e eficientes devem ser adotadas para a construção de um Brasil melhor.
De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Agrário, a agricultura familiar é a base econômica de 90% dos municípios brasileiros com até 200 000 habitantes. Desse modo, é perceptível que existe grande empregabilidade nessa área e isso ajuda economicamente a nação. Ainda mais, essa atividade trabalha com o conceito de agroecologia, de maneira que a natureza seja devidamente respeitada e haja a produção de alimentos que não contenham agentes químicos. Contudo, esse setor encontra-se ameaçado pelos grandes proprietários de terras e donos dos meios de produção e de tecnologia que utilizam, por exemplo, sementes transgênicas, agrotóxicos e insumos em suas plantações e ainda há pouca empregabilidade devido às maquinas. Nesse contexto, a agricultura familiar sofre desvantagens, como a competição em commodities.
Outrossim, é importante salientar que o Brasil ainda é um país de grandes concentrações agrárias, o que colabora para a desigualdade social e afeta o pequeno produtor e sua família. Somado a isso, é indubitável mencionar que as crises políticas atuais deixam a agricultura familiar vulnerável. A exemplo, pode-se citar a diminuição de verba para o PAA (Programa de Aquisição de Alimentos) que acaba por desfavorecer os produtores, uma vez que grande parte de suas vendas era destinadas a tal ação.
Por conseguinte, é necessário que o governo estadual, em parceria com o municipal, ajude as famílias que trabalham com a agricultura em conjunto, através de palestras com técnicos agrícolas para melhorar o aproveitamento da produção de alimentos e aumentar a renda dos produtores, com o objetivo de incentivar essa atividade e melhorar a situação de concorrência hodierna. Além do mais, o Poder Legislativo deve criar leis para a efetiva consolidação da reforma agrária, por meio de pesquisas com a população e iniciativas para discutir sobre o tema nas reuniões políticas a fim de diminuir a desigualdade social no país. Por fim, é importante que ONGs de apoio estejam ao lado das pequenas famílias produtoras para garantir a boa convivência no campo, por meio de ajuda com saúde e educação, com o intuito de garantir os direitos básicos para tais indivíduos.
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