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Aedes aegypt

Em uma sociedade na qual grande parte dos indivíduos insistem no pensamento individualista, torna-se necessário frisar a questão do meio ambiente perante a sociedade. Isso porque, sua degradação proporciona a proliferação de mosquitos transmissores de doenças, o que juntamente à precária situação da saúde possibilita que tal problema seja ampliado, pondo em risco a população em geral.
O combate ao mosquito Aedes Aegypti, transmissor de doenças como a Dengue, Chikungunya e Zika vírus, só vai obter sucesso quando houver a conscientização das pessoas sobre seus atos, os quais estão diretamente relacionados à proliferação do mosquito. Afinal, a destruição do meio ambiente não se dá apenas por queimadas e desmatamentos, mas também nas pequenas ações do cotidiano como jogar lixo em qualquer lugar, visto que sua acumulação gera diversos impactos ambientas e aumenta a propagação do mosquito. Aliado a isso, as políticas públicas visam em sua maioria o crescimento urbano, porém, não proporcionam saneamento básico e coleta de lixo à toda população das cidades brasileiras, o que contribui para a disseminação de doenças oriundas dos focos do mosquito Aedes Aegypti. Prova disso é a capital do país que, segundo o Instituto Trata Brasil, nem mesmo possui plano de saneamento básico.
Além disso, a precariedade da saúde pública no Brasil é constante e o que já era temido anteriormente, agora, com a problemática do Aedes Aegypti, toma proporções ainda maiores, ocasionado a morte de diversas pessoas. Em vista disso, o governo propôs campanhas nas quais fazia o apelo às mulheres para que essas não engravidassem em tal período do ano devido a adversidade situacional do mosquito transmitir à elas o Zika vírus, causador da Microcefalia nos bebês. Entretanto, isso só serviu para adiar o problema pois o que realmente deveria ter sido feito foi posto a parte novamente, que seria a intensificação do combate ao mosquito e principalmente investimentos na área da saúde, afinal, sempre haverá epidemias mas o que determina a vida ou a morte de uma pessoa são as estruturas hospitalares que irão acolher-la. Um vez que uma mulher dá a luz à seu filho no banco de um hospital, sem ao menos ter auxilio de profissionais, como foi o caso de uma moça de Porto Alegre (RS) no início do ano de 2017, depois de uma peregrinação por diversos hospitais sem sucesso, destaca-se a importância do debate sobre o contexto atual brasileiro.
Diante dos fatos apresentados anteriormente pode-se observar o quão preocupante é a situação do Brasil contemporâneo em virtude da proliferação do Aedes Aegypti, visto que aliado à ele há a instabilidade da saúde pública. Portanto, o Poder Público deve estabelecer programas de incentivo a preservação ambiental, além de proporcionar o plano de saneamento básico a todas cidades do país e instaurar leis que promovam multas à quem jogar lixo no chão, com o intuito de evitar focos do mosquito e estimular a conscientização da população. Ademais, o Ministério da Saúde deve investir em melhorias nessa área visando não só o presente mas também o futuro. Por fim, as escolas poderiam realizar peças teatrais abertas à comunidade com o objetivo de instruir sobre os perigos do mosquito e a necessidade do cuidado com seus possíveis focos.
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