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Aedes aegypt

Em seu livro: "O triste fim de Policarpo Quaresma", Lima Barreto mostra um personagem positivista com um sonho de tornar o Brasil um dia perfeito. Entretanto quando se observa a persistência das endemias, percebe-se que esta ideia não saiu do papel, tendo em vista, não só a falta de consciência da sociedade frente ao problema, como também a ausência de políticas de incentivo por parte das autoridades.
A falta de prevenção aos focos do mosquito Aedes aegypti faz com que se aumente consideravelmente as incidências de doenças. Dados da Organização Mundial da Saúde, a OMS, demonstram que o Brasil enfrenta desde 2010, os maiores números casos de doenças causadas por este vetor da história. Casos que poderiam ser amenizados se houvesse um maior cuidado por parte das comunidades que, por vezes, ignoram o problema achando que não irão ser atingidas.
Somado à isso, a ausência de políticas de apoio por parte do Governo faz com que esta situação se agrave. Uma vez que, várias comunidades brasileira, segundo o portal G1, não dispõem fiscalizações contra o mosquito e postos de saúdes adequados, sendo estas as mais vulneráveis à doenças e mortes.
A persistência do Aedes aegypti, portanto, está relacionada à falta de medidas por parte da sociedade e do Governo. Medidas são necessárias para reverter essa situação: A mídia juntamente com a população poderia propagar atitudes que vissem à conscientização e a adoção de medidas preventivas contra as doenças, através de propagandas e campanhas com médicos e pacientes. Cabe ao Governo o dever investir e manter fiscalizações por agentes de saúdes nas cidades e, por meio do Ministério da saúde, propor melhoria dos postos de saúde de comunidades. Para que, com essas medidas, talvez, a profecia utópica de Policarpo Quaresma possa se tornar realidade.
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