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Aedes aegypt

A guerra com o mosquito Aedes aegypti é muito maior do que se imagina.Há muito mais a se fazer e vai além
de campanhas publicitárias na tv,folders informativos e terra no pratinho da planta.
O Brasil,situado numa região tropical,onde a maior parte do território é caracterizada pelo clima quente e
e úmido,fatores que são favoráveis para proliferação do mosquito.A guerra com o inseto não é de hoje,mas acontecimentos recentes no país podem ter contribuído com essas novas epidemias.No ano de 2015,o país sofreu uma das maiores catástrofes ambientais já registradas,duas barragens de uma mineradora em Mariana-MG se romperam,nessa barragem havia lama,rejeitos sólidos e água.Segundo o Ibama,a uma lista de 246 e 398 espécies de animais impactadas,dentre esses 18 espécies de anfíbios.
Anfíbios na cadeia alimentar são predadores e controladores de insetos urbanos,como por exemplo o mosquito.Segundo a bióloga da Fiocruz,Márcia Chame,o aumento dos casos suspeitos de febre amarela (enfermidade causada pelo mosquito) pode estar relacionado com o desastre de Mariana.Esse desastre pode ter contribuído de forma significante para reprodução desenfreada do mosquito,que hoje é causador de 4 patologias (Febre Amarela,Dengue,Chikungunya e zika vírus) e tem oferecido grandes riscos a saúde humana.
Contudo,não podemos deixar que sua população continue aumentando,deve-se tentar outros métodos de controle do mosquito.Afim de vencer esta guerra,biólogos brasileiros estudam uma nova alternativa de controle biológico com um fungo capaz de produzir esporos chamados de blastóporos e conídios que infectam larvas de mosquitos ,uma vez dentro dos organismos se reproduzem e invadem a corrente sanguínea.
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