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Adolescentes e o vício em games

A década de 80 marcou o início da história dos jogos eletrônicos no Brasil. Visto que foi nesse mesmo período que jogos renomados, como o Super Mário Bross e Tetris conquistaram seus primeiros fãns e se tornaram poulares entre os jovens brasileiros. No entanto, o mercado de games se tornou um comércio cada vez mais lucrativo, visando sobretudo o lucro, e difundido no mundo todo. O que provocou em muitos casos a depêndencia de seus usuários. A qual pode comprometer de inúmeras formas o desenvolvimento social e psíquico do indivíduo.


Em primeiro lugar, cabe ressaltar, o papel incontestável que os jogos eletrônicos podem desempenhar para a melhora do raciocínio lógico e da agilidade de quem o ultiliza. Pois, para o jogador conquistar um nível superior é necessário treinar sua coordenação motora. Segundo a psicologia, o desejo de obter prazer e fugir da dor são as principais causas do vício. Em paralelo a definição dessa ciências humanas, no mundo eletrônico muitos adolescentes passam a enxergar no jogo uma boa alternativa para se desligarem do mundo real, fugindo assim das dores e questionamentos que o aflingem nessa fase da vida. Porém, ele acaba se tornando cego diante das consequências que tal prática excessiva pode provocar.


Por conseguinte, o uso indeterminado do vídeo game pode ser comparado a uma droga, como previsto pela Organização Mundial Da Saúde. Pois o jovem não consegue abrir mão tão facilmente do jogo, mesmo tendo conhecimento que aquilo está o impedindo de realizar atividades simples do dia a dia, como por exemplo, ter boas noites de sono. É inegável que após certo período o indivíduo passa a enfrentar dificuldade de autocontrole e convívio social. Além de ficar mais sucetível ao aparecimento de transtornos mentais como a ansiedade e depressão.


Diante do exposto, é incontestável que ações devem ser tomadas para que o vício em games seja controlado. Urge que o Poder Legislativo, orgão responsável pela elaboração de leis em nosso território, desenvolva a criação e compartilhamento de cartilhas virtuais, por meio das redes sociais, como o facebook. As quais possam despertar o interesse no leitor e influenciá-lo, de maneira positiva, aos cuidados que se deve ter para evitar se tornar dependente de video games. Somente assim, os games deixarão de acarretar consequências negativas, e trarão resultados exclusivamente positivos para toda a sociedade brasileira.

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