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Adolescentes e o vício em games

Novo distúrbio, antigo problema

O vício em games é um dos grandes males do século XXI, que tem atingido jovens no mundo inteiro. A falta de compreensão dos danos causados por ele associada ao lúdico criado pelos jogos, têm produzido danos na vida dos adolescentes, que necessitam de medidas para manter sua integridade mental.
Durante o século XX, na China, a maior parte da população era viciada em ópio. Ninguém conhecia muito bem os malefícios da droga, portanto ela era amplamente comercializada no país por pessoas do mundo inteiro. Da mesma maneira, os jovens têm se afundado nos jogos, principalmente nos online, onde demoram até anos para se vencer. Porém, os produtores de games, os pais e o Estado não estão interessados nos riscos de alguém jogar horas seguidas. Pois para este, os jogos estão dentro da lei e divertem, para esses é melhor os filhos na frente de um computador ou televisão do que nas drogas e para aqueles, apenas o lucro é importante, os danos são relevantes.
Segundo informações do Jornal Folha de São Paulo, 44% dos jovens usuários de drogas e álcool sofrem de doenças depressivas. Eles usam substâncias para aliviarem sentimentos amargurados. O mesmo ocorre com games, onde a vitória proporcionada virtualmente afasta temporariamente conflitos e dores internas, criando uma dependência do mundo digital na vida desses adolescentes.
Portanto, é preciso que o Governo promova campanhas para avisar aos jovens sobre o risco do uso demasiado de jogos, bem como, oferecer ajuda psicológica gratuita, em postos de saúde, para aqueles que já estão dependentes. Além disso, os pais devem oferecer outros tipos de atividades desde cedo para seus filhos, como esportes, passeios e ofícios recreativos. Deste modo, a sociedade evitará a eclosão de um novo problema em sua estrutura.
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