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Adolescentes e o vício em games

É notório observar que, a utilização de games pelos adolescentes como uma forma de entreterimento, tem se tornado recorrente na população brasileira. Nesse sentido, pode-se dizer do uso de diversos mecanismos tecnológicos, como os vídeo games - jogos virtuais de caráter competitivo -. Dessa forma, é possível afirmar que o tempo demasiado referente a essa prática, fornece a probabilidade do vício por parte desses jovens, os quais permanecem em um intervalo extenso nos jogos virtuais. Em decorrência, é possível que se tenha um distanciamento social, práticas violentas e depressão em tais indivíduos. Logo, é de suma importância que haja uma reflexão acerca do assunto abordado.
Segundo a OMS, o vício em games é considerado como distúrbio mental e, diante dessa afirmação, depreende-se que, muitos jogadores que participam dessa realidade tendem a sofrer alterações psíquicas ou psicológicas. Além disso, algumas características presentes nos jogos virtuais pode acarretar ações de cunho violento pelos praticantes, já que um dos objetivos de determinados jogos, é a execução de um ''inimigo''. Desse modo, esses adolescentes são influenciados por tais conteúdos, o que promove uma mudança comportamental dessas pessoas, tornando-as ''reféns'' de uma tela virtual.
Outrossim, nessa perspectiva, o distanciamento social também tem se tornado uma das consequências referidas ao meio tecnológico citado. Com relação a isso, percebe-se, então, o isolamento pelos jogadores de amigos e familiares devido ao ''refúgio'' pessoal ocasionado pela constância de games virtuais. No que diz respeito, esses indivíduos tornam-se ''presos'' a determinados assuntos, de modo que a socialização transforma-se em algo cada vez menos alcançável e concretizado. Ademais, devido a esses fatores, pode-se ter uma outra decorrência: a depressão. Esta, que, gera uma baixa autoestima como também a perda da percepção da vida por quem está conectado frequentemente a jogos.
Posto isso, medidas são necessárias para resolver o impasse. Logo, é imprescindível a ajuda de profissionais da saúde - psiquiatras e psicólogos - , a fim de fornecerem suporte para a melhora comportamental e psicológica dos indivíduos praticantes, por meio de diálogos, e ter-se assim, uma recuperação na qualidade de vida dessas pessoas. Cabe ressaltar que o Governo deve agir em parceria com a mídia e, então, planejarem campanhas publicitárias com o intuito de alertar sobre as consequências desse hábito tão recorrente.
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