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Ações para alcançar a igualdade de gênero no Brasil

     A Edição de 2020 do maior Reality Show do país, Big Brother Brasil, retratou na convivência entre os participantes temas muito importantes e que estão presentes na sociedade. Dentre eles, a causa do feminismo, que fez com que as mulheres da casa se unissem em prol de uma tentativa de difamação contra elas. Apesar de ser um programa de televisão, situações como essa ocorrem diariamente com mulheres e transgêneros, seja no emprego, na faculdade ou até dentro de casa, todas estão na luta por direitos iguais.


     Primeiramente, vale lembrar que na Idade Média as mulheres eram vistas como progenitoras, que dariam à luz a um grande guerreiro, também eram vistas como quem cuidaria da casa, dos filhos e faria comida. O seu papel no mundo, por muito tempo, se resumiu apenas em servir ao homem, para que ele sim, se tornasse alguém importante. Entretanto, ao passar das décadas, direitos como o de voto foram sendo conquistados, dando voz a quem permaneceu em silêncio por muito tempo. Devido a essa desconstrução, causas como o Feminismo foram ganhando força e levando as mulheres a lugares nunca antes alcançados.


   Não se pode esquecer que a questão dos gêneros transcende ser homem ou mulher, está muito mais relacionado à possibilidade de construir sua própria identidade. Sendo assim, uma mulher transgênero está exposta a sofrer os mesmos atos de machismo que uma mulher sofre. Recentemente, pessoas trans foram contempladas com o direito de usar o nome social em matrículas de faculdade e concursos públicos, além disso, o Facebook reorganizou as opções de gêneros para os usuários, demonstrando o crescimento das conquistas por todo o mundo.


   É imprescindível, portanto, que medidas sejam tomadas para que mulheres e transgêneros possam conviver em sociedade de uma forma mais igualitária, sem que sofram qualquer tipo de preconceito. Dessa forma, os educadores e as famílias devem se informar para que possam conscientizar as crianças contra o sexismo. Também cabe a mídia o papel de propagar informação e conhecimento e ao Governo incentivar por meios de comunicação os empregadores para que entendam que homens e mulheres são iguais, validando assim, o artigo 5° da Constituição Federal Brasileira.


 


    

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