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A submissão feminina na sociedade

    Na série americana “As Visões da Raven”, a personagem Raven Baxter retrata de forma lúdica a previsão de um evento adverso que pode ocorrer no presente. De maneira análoga, no Brasil, entretanto, a submissão da mulher na sociedade é algo real que acontece atualmente e, se não for combatida, ocasionará consequências severas para o futuro do país. Sob esse viés, é fulcral que estratégias sejam aplicadas para alterar esse nocivo cenário que possui como causas: a ausência de leis e a falta de punição.

   Em primeiro lugar, convém ressaltar que a ausência de leis é um fator determinante para a persistência do problema. Segundo Thomas Jefferson, ex-presidente dos Estados Unidos, propõe que mais importante do que a criação de uma lei é a sua aplicabilidade. Nesse sentido, vê-se que essa concepção está corrompida em território nacional, pois a submissão feminina vem crescendo cada vez mais no âmbito brasileiro, haja vista que seus companheiros as tratam com tamanha violência pelo fato de não aceitarem que elas conquistem sua independência seja pela realização profissional, seja pela realização pessoal. Dessa maneira, percebe-se a falta de uma lei que vá contra a problemática.

   Outrossim, a ausência de punição coopera mais ainda para a permanência desse entrave. De acordo com o Marquês de Maricá, “a impunidade promove os crimes e de algum modo os justifica”. Sob essa ótica, a impunidade faz com que a figura da mulher viva extremamente oprimida na sociedade diante dos seus companheiros que se auto-intitulam “chefes de casa”, levando, então, a agressividade exagerada por não aceitarem suas conquistas na sociedade. Em suma, cabe aos órgãos competentes analisarem e colocarem um ponto final nessa questão de insegurança coletiva no que tange à dominação das mulheres.

   Destarte, é mister que o Estado tome providências para mitigar o quadro atual. Para o alcance da sociedade a respeito do problema, urge que o Ministério Público crie, por meio medidas governamentais, fiscalizações rigorosas nas residências familiares para conversar com a mulher sobre possíveis maus tratos e incentivem a população a ficar em alerta e duvidar sempre do seu companheiro e o comportamento dele para com suas filhas dentro do lar para que a convivência seja harmoniosa entre ambos. Desse modo, visões como a de Raven será algo benéfico para o Brasil que fará jus a sua boa forma. Em síntese, é preciso que se aja agora sobre essa adversidade, logo, como defendeu Simone de Beauvoir: “Em todas as lágrimas há uma esperança”.

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