ENTRAR NA PLATAFORMA
A submissão feminina na sociedade

     No prelúdio do modernismo brasileiro, o futurismo vigorou-se como um movimento artístico-literário caracterizado, exordialmente, pela celebração do progresso de igualdade de gênero e desenvolvimento social. Entrentanto, na contemporaneidade, a submissão feminina na sociedade, impede, lamentalvemente, a conjutura do manifesto futurista na nação. Sendo assim, é inevitável afirmar, que esse cenário temerário está ligado tanto a indolência estatal de proteção à mulher, quanto a falta do senso de criticidade cívica. Nesse ínterim, é fulcral desconstruir esse panorama, especialmente, ligado à perspectiva e finalidade de salvaguardar os diretos inalienáveis à vida delineados no artigo 6 da Carta Cidadã.


       Em primeiro lugar, ressalta-se, sob um prisma político, a omissão de Ordem Pública no tocante à aplicação efetiva de leis e punições que vão de encontro ao tratamento submisso da mulher no país. Nesse contexo, é explícito, o protagonismo impassível, que Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos- MMFDH- exerce na gestão jurídica de estudos e investigações de denúncias, bem como na resoluções de crimes que ferem a proteção física e moral do sexo feminino. Isso ocorre, principalmente, devido à fatal de uma atenção primária à prática de tratamento degradante velado no âmbito doméstico, o que corrabora para estorvos, como o fomento de casos de feminicídios e a desigualdade de gênero, os quais, infelizmente, interferem na geração de proteção à mulher.


       Da mesma forma, é significativo, também, o ofício de uma população criticamente esclarecida para a desconstrução da cultural de superioridade patriarcal. Nesse sentido, Michael Foucualt, no capítulo ''Corpo Dócil'' de sua obra ''Vigiar e Punir'', alude a docialização dos corpos, na qual o conhecimento dialético gera o poder necessário para o combate aos estigmas sociais.Contudo, atualmente, tal máxima não é adotada, uma vez que, a trivialização de violência e desrespeito à mulher é, de fato, resultado de uma população caracterizada por preceitos antiquados do papel femino na sociedade. Dessa maneira, enquanto nao houver uma reeducação cidadã, a submissão feminina será uma mazela atemporal de uma segregação sociocultural.


           Urge, portanto, que as manifestações futuristas sejam asseguradas na prática. A princípio, incumbe ao MMFDH, por intermédio de mecanismos fiscalizativos do Ministério da Justiça e Segurança Pública, elaborar um Programa de Atenção Social que, com o apoio de ferramentas de contato urgente, sejam capazes de proteger as mulher de abusos físicos e morais de forma rápida, com o fito de salvaguarda os ditames do artigo 6 da Lei Maior. Ademais, é impreterível que o Ministério da Educação, por meio de campanhas elucidativas com docentes qualificados, elabore projetos extensionistas de conscientização social em ambiente públicos, com o objetivo primordial de ensinar a importância da isonomia de gênero para o progresso democrático. Nessa conjutura, a docialização foulcatiana será, proguessivamente, vigente nas relações cívicas.

Ver todas as redações Corrija suas redações com a nossa plataforma! Clique aqui!
Message comes here!
Aguarde