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A relação entre professor e aluno e o processo de aprendizagem

O 3° Artigo da Constituição brasileira de 1988 garante que é dever do Estado promover o desenvolvimento nacional. Entretanto, ao analisar as relações entre alunos e professores, percebe-se que estas estão deterioradas, o que permite uma falha no processo educacional e impede o progresso dos indivíduos brasileiros. Diante disso, vê-se que tal fato está vinculado a negligência governamental no que diz respeito ao salário dos professores, que, por conseguinte, desmotiva o educador a realizar seu trabalho devidamente e por fim, interrompe o crescimento do país.


Em primeira análise, é fulcral compreender que o governo corrobora com a problemática relacionada a educação no Brasil. Assim, de acordo Jonh Locke, filósofo inglês, o Estado deve proporcionar o bem estar social enquanto a população deve seguir as leis impostas por aquele em um tipo de contrato. Contudo, isso não ocorre no cenário real, pois o processo educacional, imperativo na formação de qualquer ser humano, é negligenciado, de tal forma que há poucos investimentos nessa área, sobretudo no que diz respeito ao pagamento de professores, figuras indispensáveis no ato de educar. Portanto, deve haver uma mudança governamental para que efetivamente ocorra o dito pelo filósofo contratualista.


Ademais, por falta de incentivo estatal, os educadores deixam de cumprir seu papel totalmente e, consequentemente, afetam a formação dos alunos. Dessa forma, ao analisar o dito por Paulo Freire, educador brasileiro, "Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda", entende-se que o processo educacional é importante para que haja desenvolvimento, todavia, não basta somente transmitir informação. Assim sendo, é necessário que os professores, além de compartilhar conhecimento, incentivem os alunos a buscarem o mesmo, dê apoio em momentos de incompreensão da matéria, para que dessa maneira a função do formador seja plenamente cumprida.


Destarte, vê-se que a relação aluno-professor está afetada por falta de responsabilidade estatal para com os educadores. Logo, cabe ao Estado colocar como uma das metas da Lei Plurianual a valorização do professor, que será feita por meio do aumento de salário daqueles. Paralelamente, é dever do MEC promover pesquisas bimestrais com os estudantes para monitorar o tratamento que estes estão recebendo por parte de seus formadores, para que haja, se necessário, intervenção estatal - conscientizando àqueles sobre o seu papel, através de palestras - com o fito de melhorar a educação do país. Só assim, há de ocorrer o dito na Carta Magna.


 


 

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