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A relação entre professor e aluno e o processo de aprendizagem

        Aristóteles, grande pensador da Antiguidade, defendia a importância do conhecimento para a obtenção da plenitude para a essência humana. Para o filósofo, sem a sabedoria nada separa a espécie humana dos restantes dos animais. Nesse contexto, destaca-se a relação professor-aluno no processo de aprendizagem, ou seja, para a evolução do saber humano, o convívio sadio entre o educador e seus educandos, são de suma essencialidade. Entretanto, por vias de regras, esse convívio encontra-se fragilizado devido à carente formação do profissional educador e o desrespeito no ambiente escolar.

               É necessário pontuar, no início,  a importância da formação do profissional e sua compreensão com o assunto. Um dos conceitos de Paulo Freire que declara a valorização do diálogo como importante instrumento nas constituições do sujeito, aplica-se, perfeitamente, a situação. De fato, o docente tem papel social e político insubstituível, a sua formação deve ser a fazê-lo acreditar na conversa como fonte de mobilizar o refletir do agir do homem, e retomando de fato, a real essência do educador. Assim, pode se perceber que é sempre imprescindível rever alguns aspectos da realidade atual das escolas, no sentido de propiciar condições favoráveis que possibilitem o interesse do professor e do aluno.

               Posteriormente, vale ressaltar, o ambiente hostil que muitas escolas se encontram. Nessa situação, destaca-se a história de Edilza Figueiredo -uma professora de filosofia do Distrito Federal- que foi agredida por um aluno,com uma mesa na sua barriga, estando grávida de oito meses. De fato, casos como esse, infelizmente, são recorrentes, conforme dados de uma pesquisa da Unesco, de 2006, ao revelarem que 80% dos professores das principais capitais brasileiras enfrentaram, em algum momento, violência no trabalho. Portanto, a agressividade vinda por parte dos alunos, compõe uma perspectiva que corrobora para o amedrontamento do docente, que, por consequência, em muitos casos optam pelo abandono da profissão.

                 Entende-se, diante desse exposto,que deve-se ter políticas públicas eficazes a compreender assunto. Para tanto, compete ao Ministério da Educação unido ao Eca - Estatuto da Criança e do Adolescente- estabelecer o pleno ensinamento da formação do profissional, assegurando-os do seu papel na formação do indivíduo, e também na segurança do corpo docente no período de aula, vez que, mediante a educação do profissional, composta por sua segurança, seriam de fatos eficazes para resolver o problema. Posto isso, será possível conquistar o reconhecimento e a valorização de suas ações, por parte da comunidade escolar, pois como disse Aristóteles, o conhecimento proporciona plenitude.

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