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A reinserção de ex-presidiários na sociedade brasileira

Assim que um detento dá entrada em um presídio, a preocupação governamental é com os gastos e, por isso, não preparam a reinserção do ex-presidiário na sociedade brasileira. E devido a essa falta de planejamento, o ex-encarcerado encontra dificuldades tanto pela resistência humana quanto pela ineficaz ajuda estatal, no que tange à formação moral e profissionalizante do indivíduo.
Em primeira análise, cabe frisar que são poucas as pessoas que reaceitam ex-detentos. A sociedade brasileira é pautada em normas e quando alguém as viola será condenado e julgado judicialmente. Mas, mesmo tendo cumprido a pena, os cidadãos ainda não se convencem de que aquela pessoa pode retomar suas atividades sem cometer novos crimes. Esse pensamento retrógrado humano está diretamente ligado ao comportamento inercial do governo.
Somada à resistência humana, encontra-se a imobilidade estatal para reinserir ex-presidiários. Normalmente, a reintegração é dificultada pela ausência de cursos profissionalizantes dentro dos presídios. Pois, durante os anos de reclusão, a atitude governamental é deixar os condenados confinados dentro de celas e não se preocupam em formá-los moralmente, já que se foram detidos é porque outrora agiram imoralmente. Sem uma nova instrução moral e sem o ensino de minicursos, os ex-detentos jamais abandonarão a mentalidade criminosa e ilegal.
Portanto, para que a reintrodução de ex-presidiários, na sociedade brasileira, seja eficaz é necessário um empenho coletivo da população e do governo. É preciso que o Executivo elabore planos contendo aulas de sociologia e filosofia e de vários assuntos de cunho profissional, para que assim reformem a base de um indivíduo que, no passado, foi criminoso. Ademais, é dever da mídia divulgar e promover campanhas que falem mais de ex-presidiários, motivando a população e as empresas a se reintegrarem com esses, garantindo-lhes seus direitos civis. Outrossim, é responsabilidade da escola desconstruir o padrão criado pela sociedade brasileira de que um marginal será sempre um marginal, viabilizando palestras e visitas para que estudantes conheçam os projetos realizados pelos ex-reclusos, objetivando à reinserção social.
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