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A reinserção de ex-presidiários na sociedade brasileira

O cárcere saudável e reeducação do presidiário

Atualmente uma pessoa que comete um crime é passível de uma punição. Essas punições variam de acordo com o grau de gravidade do ato cometido, mas a mais conhecida delas é o cárcere, isto é, o isolamento daquele que não segue as normas civis e que, de certa forma, provoca uma grande desarmonia no convívio social. Esta reclusão pode durar dias ou anos, e seria uma maneira deste cidadão desregrado repensar e mudar suas atitudes.

A sociedade brasileira ainda tem um pensamento muito agressivo direcionado àqueles que cometem crimes e vivem em cárcere e acredita que por eles serem criminosos, não são dignos de uma vida melhor. Isto implica em condições desumanas em lugares que deveriam ser uma segunda oportunidade para este cidadão. Superlotação, falta de água, abusos, tráfico, doenças, dentre outros, são inúmeros problemas que viraram rotina. Aqueles que cumpriram seu período punitivo ainda têm de lidar com o preconceito da sociedade que o marginiliza.

Devido à alta reincidência de crimes entre aqueles que viveram em cárcere, alguns destes lugares reformularam o sistema prisional, incluindo aulas de ensino fundamental e médio para os que não concluíram o estudo, melhores condições fitossanitárias e alimentícias, dentre outras medidas, com o intuito de ocupar o tempo do presidiário e de reeducá-lo para uma melhor chance de aceitação frente a uma sociedade competitiva.

De acordo com o filósofo Immanuel Kant o ser humano é o que a educação faz dele, portanto para diminuir a criminalidade e a reincidência desta, caberia ao governo ampliar o acesso a escola de qualidade para todos e a projetos governamentais de distribuição de renda, como a bolsa escola, com o objetivo de diminuir a evasão escolar e trabalho infantil. Seria de obrigação das Organizações Não Governamentais (ONGs) a oferta de cursos profissionalizantes para estudantes e presidiários para aumentar as chances de inserção no mercado de trabalho. Por último, caberia a mídia o uso de recursos como novelas, seriados e propaganda para atingir e sensibilizar o grande público quanto à importância da aplicação dos direitos humanos, do cárcere saudável, da reeducação e reinserção do presidiário no convívio social e mercado de trabalho.
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