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A reinserção de ex-presidiários na sociedade brasileira

A Constituição Federal, de 1988, prevê a todo cidadão o direito de cidadania. Entretanto, no Brasil, diferente da premissa, percebe-se que não há o cumprimento dessa garantia quando diz respeito à reinserção de ex-presidiários na sociedade, visível não só pela não só pela ineficiência educacional estatal no setor, como também pelo alto preconceito social. Nesse sentido, fica clara a necessidade de mudanças quanto ao tratamento aos ex-detentos. 



De início, Vale salientar que os problemas que os ex-presidentes enfrentam para se reinserir na sociedade se dá, principalmente, pela negligência estatal em recursos relativos à educação. Conforme Kant, o homem é aquilo que a educação faz dele. Seguindo isso, fica evidente que, no Brasil, muitos dos encarcerados já são inseridos no sistema prisional com baixa escolaridade, ou seja, quando acabam de cumprir a pena, por conta do o baixo investimento em educação nos presídios, além de não saírem qualificados para as exigências do mercado de trabalho também não saem instruídos para um bom convívio com a sociedade. Assim, é inadmissível que a falta de investimento educacional nos presídios brasileiros continue contribuindo para a formação de um problema social cada vez maior.  



Em segundo plano, cabe avaliar que grande parte da sociedade tem preconceito com os ex-detentos e dificuldade em aceitá-los. Isso ocorre, devido ao senso comum de que todos os indivíduos que já foram presos são uma ameaça a população. De acordo com Voltaire, preconceito é opinião sem conhecimento. A sociedade brasileira segue isso se  baseando apenas no senso comum e não procurando se informar e exercer uma função de integralidade, uma vez que não ajudam cidadãos como ex-presidiários, por conta de preconceito, a se reintegrar socialmente. 



Torna-se evidente, portanto, a necessidade e importância de medidas eficazes para que  a dificuldade de reinserção social dos ex-presidiários deixe de ser um problema. Para tanto, cabe ao Estado juntamente com o Departamento Penitenciário elaborar planos para assegurar melhor reintegração dos detentos na sociedade e para que possam sair mais qualificados. Tal ação pode ser feita por meio da efetivação da escolaridade e profissionalização dos detentos, por via de funcionários da área auxiliando os presos a fim de que durante o cumprimento da pena possam realizar atividades que ajudarão no futuro. Assim, a premissa constitucional poderá passar a ser uma verdade na sociedade brasileira. 


 

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