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A reciclagem de lixo no Brasil

     Desde o Iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza pelo problema do outro. No entanto, quando observam-se a reciclagem do lixo no Brasil, verifica-se que esse ideal iluminista consta na teoria e não de fato na prática e, assim, a problemática persiste intrinsecamente ligada à realidade do país, seja pela falta de verbas governamentais, seja pela falta da disseminação da prática da coleta seletiva.


     Em primeiro plano, evidencia-se, por parte do Estado, a ausência de políticas públicas suficientemente efetivas voltadas à reciclagem do lixo. No entanto, essa lógica é comprovada pela falta de verbas governamentais, o que enaltece a carência de ações voltadas ao desenvolvimento sustentável - como a retirada de plástico dos oceanos para a confecção de frascos de cosméticos e perfumes pelo setor secundário. Desse modo, o governo atua como agente perpetuador da problemática, logo, é substancial a mudança desse quadro.


    Outrossim, é indiscutível que a falta da disseminação da prática da coleta seletiva está entre as causas do problema, tendo em vista que grande parte da população não prioriza a separação do lixo, destinando-o inadequadamente e colocando em ascensão os índices de doenças causadas pelo contato com água contaminada em enchentes, como a leptospirose, principalmente nas regiões mais pobres e periféricas do país, ameaçando a saúde pública. Nessa lógica, segundo o Artigo 1º da Declaração Universal dos Direitos Humanos, todos nascem livres e iguais em direitos, averiguando-se a necessidade de uma nova ordem social sólida diante dos alagamentos causados pela destinação incorreta do lixo. Assim, ressalva-se a importância do consentimento governamental para que o cenário atual se modifique positivamente. 


   Diante do exposto, é evidente que a reciclagem do lixo no Brasil necessita de medidas ágeis para a sua efetividade. Dessa maneira, faz-se necessário que o Governo Federal, em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, por meio de maior destinação de verbas, invista em ações de desenvolvimento sustentável e na disseminação da prática da coleta seletiva, com o propósito de promover uma maior educação ambiental na sociedade e assegurar a integridade na saúde pública, garantindo o cumprimento o Artigo 1º da Declaração Universal dos Direitos Humanos. 

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