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A reciclagem de lixo no Brasil

Getúlio Vargas, na década de 1930, foi o primeiro presidente a conseguir industrializar o Brasil é expandir o seu mercado interno. Nesse período, ocorreu o aumento do consumo da população e também da produção de lixo. Nos dias atuais, questionamentos sobre como se desfazer desses resíduos persistem.
As propagandas das empresas, a exemplo da mitologia grega, geram em muitos o processo conhecido como catarse, sendo como atração ou repulsão. Entretanto, na maioria das vezes, essas publicidades apenas proferem o que deve ser comprado, fazendo com que muitos indivíduos cheguem em um excesso conhecido popularmente como consumismo, mas não enfatizando e ensinando uma ação muito importante: como descartar corretamente o lixo. Assim, por falta de conhecimento, cidadãos cometem ações irreversíveis para o meio ambiente e que comprometem o desenvolvimento do planeta.
Dessa forma, percebe-se o papel paradoxal da mídia: o poder de fazer a conscientização, mas de também propagar ações negativas. Entre esses problemas, cabe ainda destacar a falta de coletas seletivas dos estados, que poucos realizam e que ainda permanecem abaixo do esperado. Segundo a filósofa Hannah Arendt, em sua obra A banalidade do mal, "O pior mal é aquele que se torna cotidiano". Com isso, enquanto instituições de ensino e familiares não conseguirem ensinar aos futuros cidadãos formas da reciclagem, o amanhã continuará sendo esperado com pesquisas pessimistas e tristeza.
Sendo assim, medidas são necessárias para se resolverem esses impasses. É fundamental que o Estado, em parceria com empresas como a Motorola, implante em seus municípios novas maneiras de reciclagem dos resíduos eletrônicos, ficando sedes de prefeituras como ponto de entrega para tais coletas. Fazendo isso, as pessoas em suas residências poderão despejar corretamente seu lixo e diminuir a poluição causada na natureza. Além disso, junto com o terceiro setor, também deve realizar propagandas nas comunidades e em escolas públicas sobre como se desfazer corretamente de materiais como o papelão, o plástico e o vidro. Desse modo, será possível construir um futuro sem causar tantos impactos aos espaços verdes.
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