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A realidade da mortalidade infantil no Brasil

   Na idade média, não era raro devido a forte opressão católica, pessoas morrerem precocemente em decorrência de doenças, hoje, consideras extintas. Todavia, ao longo da história moderna, a Igreja católica perdeu sua hegemonia para o capitalismo, como fonte de  mazelas sociais, como por exemplo a saúde. Nesse sentido, o abismo social proposto pelo capitalismo, sobretudo em países subdesenvolvidos como Brasil, remonta indíces de mortalidades parecidos com o da idade média, tornando uma realidade a ser combatida no país.


     Em primeiro plano, a idade média ou idade das trevas, ficou conhecida pela ignorância e forte controle da Igreja Católica. Contudo, na idade moderna, a hegemonia capitalista tranvestiu a realidade, escondendo as mazelas socias, principalmente as relacionadas a saúde. Realidade essa, que ocorre em sua maioria em países pobres como o Brasil, de acordo com a OMS o indíce de mortalidade no país voltou a crescer depois de 30 anos de queda constante. Ou seja, tal aumento foi reflexo da crise econômica que afetou em última analíse a salubridade da vida, sobretudo na região norte e nordeste, onde os indíces de IDH são baixos do esperado.


   Ademais, parafraseando o pensador Jean-Jacques Russeau no qual ele diz " a propiedade da origem as desigualdades". Isto é, o acúmulo de riqueza pela minoria em países pobres, origina um abismo social tão intransponível, que o único agente capaz de transpor é o estado por meio de políticas públicas. Entretanto, devido ao descaso governamental em fomentar mecanismos para equilibrar essa balança, e diminuir drasticamente indíces como a mortalidade infantil, a realidade da qualidade da saúde ainda está longe do ideal, uma vez que, consoante ao Ministério da Saúde, 1/3 das crianças que morrem até 1 ano, é devido a falta de um pré-natal adequado e pela falta de uma alimentação saudável. Portanto, por ser uma problemática que afeta o futuro da sociedade brasileira, cabe ao Governo elucida-la.


   Em suma, desde a idade média a saúde é um dos principais obstáculos enfrentados pela sociedade. Por trás dessas lógicas, torna-se fulcral que o Governo Federal por meio do Ministério da Saúde e Ministério da Cidadania, invistam em mecanimos que diminuam o indíce de mortalidade infantil. Tais mecanismos devem contemplar assistência gratuita para todas as gestantes, investimentos para criação de um sistema intinerante hospitalar, migrando para as cidades mais abastadas dos grandes centros e a criação de uma bolsa alimentação para crianças até 2 anos de idade. Tudo isso com objetivo de alterar a realidade da mortalidade infantil no Brasil. Visto que é um dever constitucional do Estado zelar pelo bem-estar do cidadão.

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