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A realidade da mortalidade infantil no Brasil

Na antiga sociedade espartana, os recém-nacidos portadores de alguma deficiência física ou mental eram descartados. Na atual realidade brasileira, a mortalidade infantil aumenta, não somente devido à má formação genética do bebê, mas em sua maioria, é resultante de um defectivo sistema público de saúde, aliado à falta de saneamento básico em áreas urbanas. Assim sendo, é necessária a avaliação do problema, a fim de mitigá-lo.


Em primeira análise, é fundamental ressaltar que o Sistema Único de Saúde (SUS) está em estado deplorável de sucateamento. Nesse cenário, a falta de orientacões para grávidas - a respeito do pré-natal e cuidados específicos durante o período gestativo - se faz presente na realidade da maioria das gestantes brasileiras. Em vista do fato, é alarmante a condição em que se encontra o sistema de saúde pública no território nacional.


Ademais, a falta de saneamento básico também interfere diretamente no crescimento dos números da mortalidade infantil. Doenças como malária, esquistossomose e amebíase são propagadas pela contaminação da água e de alimentos. Tais patologias podem ser mais graves em recém-nacidos, pelo fato de ainda não terem sido vacinados e possuírem um fraco sistema imunológico. Deste modo, é nocivo, principalmente para grávidas e bebês, o deficitário sistema de saneamento básico.


Diante dos argumentos supracitrados, percebe-se que a problemática da mortalidade infantil possui raízes e urge mudanças. Portanto, o Ministério da Infraestrutura, por meio de parcerias público-privadas, deverá investir no reparo dos sistemas de saúde e saneamento básico, a fim de atenuar os problemas que provocam o aumento da mortalidade infantl no Brasil. Com isso, evita-se que o país se torne uma Esparta, em termos de morte de recém-nacidos.

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