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A realidade da mortalidade infantil no Brasil
Promulgada pela ONU em 1948, a declaração universal dos direitos humanos, garante a todos os indivíduos o direito à vida. No entanto, a mortalidade infantil vem crescendo a cada dia, impossibilitando que parte da população desfrute desse direito universal, diante dessa perspectiva cabe avaliar os fatores que contribuem para esse quadro.
Convém ressaltar, a princípio que a falta de saneamento básico é uma razão determinante para a persistência da mortalidade infantil no Brasil, tendo em vista que a ausência de saneamento provoca a contaminação da água e dos alimentos, podendo desencadear doenças como a hepatite A, malária, febre amarela, cólera, diarreia.
Além disso, cabe salientar que outro ponto importante para a extensão da mortalidade é a ausência de acompanhamento médico e de vacinas, uma vez que a maior parte dos óbitos se concentra no primeiro mês de vida, o que evidencia a importância dos fatores ligados à gestação, ao parto e ao pós-parto.
Fica evidente, portanto que há entraves para garantir a consolidação do direito universal a vida. Logo o governo o Governo deve organizar políticas públicas que visem erradicar esse problema inaceitável, por meio de investimento na área da saúde com foco nas mulheres gravidas desde a gestação ao pós-parto, a fim de que as crianças sejam amparadas chegando a idade adulta, desfrutando do direito à vida.
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