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A realidade da mortalidade infantil no Brasil

A mortalidade infantil é um problema mundial, ocorrida principalmente em países subdesenvolvidos, mas também é registrada em nações mais desenvolvidas. Decorrente ao fato, após 26 anos, o Brasil em 2016 apontou uma crescente de 5% na taxa de mortes infantis, segundo o Ministério da Saúde. Dessarte, faz-se preciso ligar o sinal de alerta diante da crise socioeconômica e da baixa cobertura vacinal enfrentadas no contexto atual, tidas como possíveis causadoras da problemática.
Em primeira análise, é preciso contextualizar a atual crise na economia nacional diante do aumento da mortalidade infantil. Por conseguinte, a queda do tesouro brasileiro interfere diretamente na qualidade da saúde fornecida atualmente no Brasil, pois não há investimentos necessários para atender a alta demanda da população. Tal fato, possibilita a inoperância do Sistema Único de Saúde (SUS), deixando milhares de pessoas sem a devida sanidade prevista na constituição Federal de 1988. Consequentemente, são criadas várias filas nas redes públicas, e os hospitais, principalmente em áreas mais pobres, carecem de um bom atendimento e de vagas disponíveis para mulheres grávidas, além de não fornecer um acompanhamento adequado no pós-parto, e assim tem-se o aumento de mortes das crianças de 0 a 1 ano.
Outro ponto relevante é a crise vacinal vivenciada atualmente no Brasil. Logo, perante ao baixo número de campanhas, centenas de municípios estão abaixo da cobertura de imunização considerada como ideal pelo Ministério da Saúde, de 95%. Dessa forma, doenças julgadas como erradicadas em território nacional estão sendo registradas novamente como a caxumba, sarampo e rubéola, altamente nocivas para crianças. Há de se considerar também o perigo iminente causado pela poliomielite ( paralisia infantil ), e o público infantil excludente das vacinas estão vulneráveis a tal patologia, apesar de não ter sido apontado nenhum caso recente no país
Diante dos fatos supracitados, o Brasil urge de um alto investimento na área de saúde, com a real necessidade de construir novas redes hospitalares em regiões desprovidas de tal serviço, e também propiciar uma grande e rápida melhoria no SUS, com o intuito de atender a alta demanda e zerar as filas de espera, fornecer um bom atendimento e uma ampla assistência para os pacientes, fazendo cumprir o artigo 6 da Constituição Federal de 1988, o qual garante à saúde para todos. Ademais, é dever do Ministério da Saúde aumentar vertiginosamente às campanhas de vacinação, com o propósito de não permitir faltar recurso para nenhum município deixar de imunizar seus habitantes, principalmente as crianças, pois o direito à vacina está previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente, e dessa forma atenuar o crescimento da mortalidade infantil no país


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