O CUPOM VOUPASSAR35 É VÁLIDO POR: dias horas minutos segundos

A questão da água no Brasil

"Terra, planeta água". A frase adequa-se ao abundante conjunto de corpos hídricos, a hidrosfera, presente em 70% no mundo. Nesse viés, apenas 2,5%, aproximadamente, é doce. Embora o ciclo natural se empenhe para manter a mesma quantidade de água, a humanidade interfere diretamente nesse processo. De certo modo, as atividades humanas, bem como a negligência Estatal são as raízes de contratempos como escassez e desastres ambientais, cujo atravessam gerações e intensificam-se ao passar do tempo.
"Tudo é feito de água", já dizia Confúcio, o pensador. Certamente, a evolução tecnológica, fruto da Revolução Industrial, está em consonância com as técnicas empregadas para os meios de subsistência humana. Sabe-se que o Brasil é detentor da maior parte de água doce planetária e que a Amazônia é de muita importância principalmente para a ocorrência de chuvas. Ainda assim, o contingente populacional só aumenta, e com isso a demanda por suprimentos também. O fato intensifica processos de desmatamento, para a criação de gado e atividades extrativistas. Hoje, restam menos de 5% da Mata Atlântica, e o mundo sofre as consequências de períodos longos de seca.
Outrossim, Arthur Lewis evidencia que a educação nunca foi despesa, mas sim um investimento com retorno garantido. Através do conhecimento de fatos como os já supracitados, acredita-se que possa gerar uma maior conscientização nos indivíduos. Embora uma das funções do Estado seja promover o desenvolvimento humanitário, o processo educativo brasileiro anda defasado. Tendo em vista a baixa frequência de abordagem do tema em salas de aula, ausência de políticas públicas de cunho motivacional para mudança de hábitos, o efeito é o desperdício desse bem supremo.
Portanto, a água é um privilégio proporcionado à humanidade e está presente em tudo, assim como refletido por Confúcio. Mas para que esse bem não se acabe, levando à extinção planetária, é preciso que o Estado gerencie eficazmente os processos de extração e desmatamento, através de maiores fiscalizações, obrigando a reposição de recursos naturais, além de aplicação de multas. Além disso, como o economista Lewis defendem é necessário investir em educação, através da elaboração de simpósios e atividades interescolares no meio acadêmico, para garantir um retorno de pessoas mais conscientes e esclarecidas. Dessa forma, é possível amenizar o problema, assim como aproveitar qualitativamente todos os benefícios oferecidos por esse patrimônio imprescindível.
Ver todas as redações Corrija suas redações com a nossa plataforma! Clique aqui!