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A questão da água no Brasil

É incontrovertível que a sustentabilidade da água é uma das principais causas em discussão no Brasil e no mundo. Nesse sentido, é imperioso analisar as consequências dessa questão. Desse modo, dois aspectos fazem-se relevantes: orientação educacional e consciência coletiva.
Em primeira análise, conforme o filósofo Plantão, a orientação da educação marca a conduta ulterior. Nesse contexto, o grande desperdício de água e os acontecimentos desastrosos, como no caso Mariana em Minas Gerais, são o reflexo de uma deficiente orientação educacional proporcionada pelo Estado. Dessa maneira, a falta de informação e políticas públicas voltadas para a prevenção e a fiscalização do desperdício de recursos naturais são um dos principais fatores que impedem que a nação brasileira ponha em voga uma cultura de sustentabilidade e renovação do patrimônio hídrico do país.
Além disso, sob a perspectiva filosófica de Durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de agir e de pensar, dotada de generalidade, exterioridade e coercitividade. Sob esse viés, a falta de uma militância contundente e integrada da comunidade civil acerca dos problemas ligados a água é uma clara amostra de que a população canarinha é excludente perante a conjuntura de consciência coletiva do fato social. Em virtude disso, a questão hídrica deve ser difundida como uma causa tanto do Poder Público quanto da sociedade civil, para que assim possa se tornar um desafio integral de todos.
Ante o exposto, visando um país mais sustentável, é mister enfrentar a questão da água no Brasil. Assim, o Ministério da Educação e o Ministério do Meio Ambiente devem desenvolver um projeto dentro das escolas, através de palestras, apresentações artísticas e atividades lúdicas sobre a conscientização acerca do patrimônio hídrico nacional -uma vez que ações culturais coletivas têm imenso poder transformador- com o fito de extinguir o desperdício na comunidade escolar e, por conseguinte, na sociedade geral. Ademais, o IBAMA deve fortalecer as fiscalizações para evitar o mal uso da água. Com isso, a totalidade demográfica poderá se ver livre dessa questão.
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