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A inclusão de transgêneros no meio acadêmico

Ao analisar o tema sobre Inclusão de Transgêneros no Meio Acadêmico, vê-se que o preconceito sobre o assunto aumentou desde a Ditadura Militar de 64, em que travestis e transexuais eram perseguidos, torturados e censurados. Isso acarretou a negação de um direito básico a esse grupo: a educação. Consequentemente, pessoas transgêneros sofrem até hoje com o preconceito, que se torna um desafio de inclusão no mercado de trabalho.

Com a violação de direitos constante, em situações que são negadas o uso do nome social, garantido por lei, que substitui o nome de registro, a pessoa transgênero enfrenta a invisibilidade diante da sociedade e do Estado, pois existe uma falta de políticas públicas, como as educacionais que ajudem a melhorar a qualidade do ensino e deem suporte a transexuais que buscam um acesso à educação superior. Sem estudo, a principal consequência para essas pessoas é a escassez das oportunidades de emprego.

Ainda ao se deparar com dificuldades desde o ensino fundamental, devido à transfobia, o que leva ao abandono dos estudos por parte desse grupo, menos de 1% das pessoas transgêneros conseguem chegar à faculdade. Por tais motivos, transexuais são lembradas pela população apenas pelo viés da prostituição, a única opção para sobreviverem, assim, sendo marginalizadas pela sociedade.

Dado o exposto, chega-se ao impasse de que é necessário a criação de cotas educacionais para transgêneros, por meio de políticas inclusivas, que visem a inserção desse grupo em universidades, para que possam adquirir uma formação educacional e garantir seus direitos. Por outro lado, promover um debate mais amplo sobre "Identidade e Expressão de Gênero" nas escolas e universidades é essencial para que jovens não cultivem o preconceito, até que se chegue ao fim o ódio contra transgêneros.
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