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A inclusão de transgêneros no meio acadêmico
Desde o iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. No entanto, quando observam-se as formas educacionais das inclusões de transgêneros no meio acadêmico no Brasil, verifica-se que esse ideal iluminista é constatado na teoria e não desejavelmente na prática e a problemática persiste intrinsecamente ligada à realidade no país. Nesse contexto, torna-se clara a insuficiência de estruturas especializadas no acompanhamento desse público, bem como o entendimento acerca do papel social desse arranjo.
É indubitável que a questão constitucional e sua aplicação estejam entre a causas do problema. Isso se reflete nos escassos investimentos governamentais em qualificação profissional, em melhor suporte de diálogo com os cidadãos em respeitar os transgêneros no meio acadêmico. Segundo o G1, o percentual de atitudes incorretos acompanhado com o preconceito aos transgêneros, transexuais e travestis, é de 67%, número alto que deve causar preocupação para diminuir esses quadros para um ambiente educandários por parte das fiscalizações especializadas para esses tipos de casos dentro da nação brasileira.
Outro ponto relevante nessa temática, são as atitudes e pensamentos da sociedade que ainda é agente ativa na segregação no meio dos transgêneros. Um exemplo disso, são os travestis e transgêneros que têm dificuldades de conseguir trabalhar ou estudar no meio acadêmico que nisso resulta o preconceito. Assim, uma mudança nos valores da sociedade é imprescindível para transpor as barreiras da construção educacional do meio ambiente.
Diante disso, portanto, cabe ao governo, em parceria com a instituição de ensino, implementar politicas públicas nas escolas, por exemplo, oferecendo capacitação aos docentes e equipes pedagógicas para implementação das ações de prevenção, orientação e formas para respeitar e incluir os transgêneros no meio acadêmico e no mercado de trabalho, pois a escola é a principal arma do estado. Logo, a mídia através de seu potencial veiculativo, deve mostrar para a sociedade a importância de aceitar a inclusão dos transgêneros no meio acadêmico e em diversas áreas de atuações profissionais. Com isso, afirma-se a máxima de Paulo Freire, se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco a sociedade muda.
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