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A importância do ensino a distância no Brasil

 


   Desde seu início no século XX, a Terceira Revolução Industrial vem por meio de avanços tecnológicos facilitando os meios de interações sociais. Paralelamente a isso, observa-se no Brasil a configuração de algoritmos que possibilitam maior acessibilidade das pessoas a educação, como o ensino a distância, na qual tecnologias de informação e comunicação (TICs) tornam-se a base entre o educador e o educando. Contudo, apesar de revolucionário e democratizante, esse meio ainda sofre preconceitos em torno de sua efetividade. Assim, hão de serem analisado tais fatores a fim de que se possam liquidá-los de maneira eficaz.


     Em primeiro plano, e válido ressaltar a importância da educação a distância na formação profissional da sociedade. Segundo pesquisas realizadas pelo o Ministério da Educação, a EAD é a modalidade de ensino que mais cresce no país, tendo salto crescente no número de matrículas entre os estudantes de ensino superior. Nesse sentido, fica nítido que tal modelo vem tomando espaço no cenário brasileiro devido possibilitar a especialização no mercado de trabalho daqueles que devido ao tempo, dinheiro ou dificuldades de seguir a rotina de estudos, não conseguiram adquirir a formação anteriormente. Além disso, é possível obter a descentralização do ensino de qualidade nas regiões Sul e Sudeste, uma vez em que o acesso a faculdades passam a fazer parte da realidade de estudantes em todas as regiões do país.
 
      No entanto, apesar de romper barreiras geográficas e socioculturais, nota-se prejulgamentos sobre sua aplicabilidade. Conforme Durkheim, o fato social é a maneira coletiva de pensar. Sob essa lógica, é possível perceber que o preconceito acerca da educação a distância advém, dentre outras causas, da idealização coletiva de que o ensino presencial retém mais resultados na vida social e profissional, devido a dinâmica no decorrer do processo pedagógico. Todavia, infelizmente, uma vez em que o estudo em estruturas fixas impossibilita o ingresso de um percentual da população a educação, seu rendimento na vida das pessoas torna-se inválido.


       Infere-se, por tanto, que medidas são necessárias para solucionar o problema. Dessa forma, urge que o governo, junto ao Ministério da Educação (MEC), proporcione palestras e rodas de conversas em escolas para pais, alunos e ao público em geral, por meio de professores e alguns estudantes do EAD, suscitando a importância e abordando casos de formandos que usufruíram da experiência da educação a distância e hoje se encontram no mercado de trabalho, a fim de coibir interpretações errôneas sobre tal modelo de aprendizagem. Desse modo, será possível desmistificar preconceitos enraizados ou em formação.



 

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