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A importância do ensino a distância no Brasil

Consoante a Constituição brasileira de 1988, em seu artigo 6°, a educação está entre os direitos os quais devem ser garantidos à sociedade. Diante disso, hodiernamente, há a ascensão da educação a distância (EaD) no Brasil, possibilitando a inclusão de cada vez mais pessoas ao ensino de qualidade. Tendo em vista que é uma forma de educação com preços mais acessíveis, local e horário flexíveis, tem se tornado uma alternativa àqueles que querem economizar dinheiro, moram longe da instituição desejada ou têm pouco tempo disponível.


Mormente, é importante ressaltar que, na maioria dos casos, a EaD é mais barata se comparada à presencial, segundo o Portal brasileiro de Ensino a Distância. Embora seja necessário considerar os gastos com internet e computador, a formação apresenta um bom custo-benefício, já que permite reduzir as despesas com transporte, alimentação e mensalidade. Destarte, esse tipo de educação, além de diminuir os gastos, oportuniza aqueles que vivem distantes da instituição de ensino almejada, visto que o curso é totalmente online, ou seja, necessita, somente, de um computador e internet e pode ser acessado em qualquer lugar.


Em segunda análise, essa modalidade é uma ótima opção para as pessoas que não têm tempo para frequentar um curso presencial, ao passo que a EaD propicia horários flexíveis. Desse modo, permite que os estudantes consigam conciliar trabalho e estudos, uma vez que o material didático e as vídeo-aulas ficam disponíveis o tempo inteiro e podem ser acessadas a qualquer momento, além de haver professores e tutores à disposição para tirar dúvidas e sempre têm outros estudantes interagindo. Nesse sentido, a flexibilidade dos horários concede maior facilidade de acesso ao ensino daqueles que já trabalham, conseguindo, assim, equilibrar trabalho e estudos e, outrossim, economizar tempo e dinheiro em questão de transporte.


Logo, é mister que o Estado tome medidas para que mais pessoas tenham conhecimento sobre a EaD, visto que esta é mais acessível que as tradicionais. Urge, portanto, que o Governo, em parceria com o Ministério da Educação, divulgue essa modalidade alternativa de ensino por meio da criação de campanhas informativas nos meios de comunicação, a fim de despertar o interesse das pessoas sobre tal, sugerindo sua relação de custo-benefício comparada aos cursos presenciais. Assim, é esperado que mais indivíduos tenham acesso à educação adequada a sua rotina e, além disso, maior oportunidade de emprego e grau de escolaridade, alcançando uma sociedade mais integrada.

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