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A importância da representatividade na publicidade

Ao longo do processo de formação da sociedade, se instaurou a dialética de não inclusão social. Por esse motivo, muito tem de discutido o papel da concepção cultural nas publicidades. De modo histórico, no início do processo de colonização do Brasil, os negros foram considerados aquém do desenvolvimento social. Entretanto, na formação populacional do país, se expõem a significativa importância participação do negro no Estado. Em face disso, hodiernamente, as campanhas midiáticas devem respeitar a pluralidade étnica do povo. Em razão de que, reafirma a identidade democrática e erradica do padrão eurocêntrico. Para isso, convém se aprofundar no contexto histórico-cultural do Brasil e analisar atuação do Poder Público, visto que influenciam, de forma direta, na isonomia dos meios de comunicação.


Primordialmente, é válido pontuar que a influência da construção do povo brasileiro é de suma relevância nos meios de comunicação. À sombra disso, no entanto, há raízes históricas de exclusão social, a título de exemplo, o impedimento da doação de sangue pela comunidade LGBTQ+, fruto da epidemia de HIV na década de 80. À vista disso, contemporaneamente, a intolerância se propagou em diversos meios (em especial na publicidade). Dessa forma, validando o apresentado no livro de Leandro Cristo, "O Poder das Conexões", as concepções sociais influenciam nas ideias de uma sociedade. Diante disso, as mídias de comunicação tem como papel integrar minorias, em razão de que extingue o caráter discriminatório do corpo social e enfraquece politícas de segregação.


Em segundo plano, destaca-se que a aplicação da carta magna obtenha impacto na conjuntura. Desse modo, de acordo com Constituição Federal de 1988 — norma de maior hierarquia do sistema jurídico brasileiro — todos os indivíduos são iguais. Conquanto, quando se analisa a participação das minorias em campanhas publicitárias, percebe-se o descumprimento de tratados nacionais. Dessa maneira, é indiscutível que a premissa constitucional não é valorizada pelo Poder Público, salientando a má atuação do Estado democrático de direitos. À luz dessa perspectiva, harmônico ao pensamento de Schopenhauer de que a fronteira da óptica de uma pessoa determina seu entendimento a respeito do mundo, demostra que a inserção social de grupos minoritários prepara os cidadãos para lidarem com as diferenças.


Fica evidente, portanto, que a diversidade das campanhas publicitárias demonstram a equidade social. Assim, é imprescindível que o Ministério da educação — órgão responsável pelo sistema educacional brasileiro — em parceria com os Estados e a mídia, exijam a participação plural dos grupos, especialmente, na "internet". Também, por meio, do fortalecimento de diligências de repreensão que visam equidade, regulamentando os serviços de telecomunicação. Com o intuito de que, ao contrário do que afirma Sartre, o inferno deixe de ser o outro. Perante ao exposto, que a pluralidade seja o símbolo identitário do país.

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