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A importância da Educação Física para o desenvolvimento infantojuvenil

Amada por alguns, detestada por outros, a aula de Educação Física é sempre motivo de tumulto nas salas de aula ao soar o sinal. Embora haja essa antítese entre as opiniões, é evidente a relevância da prática de exercícios em forma de matéria escolar, pois essa contribui tanto para o desenvolvimento físico quanto psicológico das crianças e jovens inseridos na dinâmica mundial atual.


Antes de mais nada, é contundente perceber os benefícios da prática do esporte no desenvolvimento físico e no combate ao sedentarismo infanto-juvenil. Nesse sentido, ao considerar a grande interdependência entre a educação e o mundo digital, somada à constante utilização das redes sociais e dos jogos online, observa-se, como consequência, uma geração menos ativa, rodeada por atividades pacíficas no que se refere à movimentação corporal. Dessa forma, as aulas de Educação Física estarem na grade escolar da população em crescimento é um fato que se impõe como um contraponto a essa tendência de inatividade, promovendo a saúde e as habilidades motoras de quem está na escola.


Em segundo plano, porém não menos benéficos, vale explicitar os impactos da atividade física na agregação de atributos sociais e psicológicos pelo indivíduo. Segundo o conceito sociológico de alteridade, para conhecer o "alter", ou seja, o outro, é necessário abandonar seu próprio ponto de vista de modo a entender o outro a partir das vivências dele, evitando a sobreposição de juízos de valor sobre circunstâncias novas. Assim, ao realizar atividades coletivas que impliquem a superação de situações adversas por meio do trabalho em equipe e da aceitação de diferenças, os estudantes se preparam para se deparar com problemas cotidianos de maneira compreensiva. 


Portanto, tendo em vista as consequências positivas da Educação Física na evolução dos infantes de adolescentes, nota-se a importância do aprimoramento dela, de modo a aumentar a eficiência de sua prática. Então, as instituições de ensino, em parceria com os Ministérios da Saúde e da Educação, devem diversificar os tipos de atividade incluídos na semana, promovendo o contato dos alunos com modalidades até antes não conhecidas, fazendo com que a maioria deles se sinta indentificado com alguma delas e contribuindo para o aproveitamento das aulas pela totalidade dos infanto-juvenis. 

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