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A importância da Educação Física para o desenvolvimento infantojuvenil

 Segundo a OMS a saúde é conceituada como um estado de plano bem-estar físico, social e mental. Dessa forma, a prática de exercícios físicos e, consequentemente, o seu ensino são de alto potencial pra concretude desse bem-estar. Infelizmente, no Brasil os porcentuais , segundo a Pesquisa Nacional de saúde Escolar, ainda são muito baixos e afetam diretamente o desenvolvimento infanto-juvenil. Assim, esse cenário antagônico é fruto da anomia governamental e reflete na sociedade.


Primeiramente, é válido apontar que existe pouca valorização da educação física como promotora da melhoria na saúde e aprendizagem das crianças, tal problemática deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne à criação de mecanismos que incentivem sua prática. De forma análoga, consoante o sociólogo Dahrendorf anomia é uma condição social a qual as normas que regulam o comportamento do indivíduo perdem seu valor. Destarte, o governo se encontra anômico, uma vez que embora a educação física seja de ensino obrigatório, de acordo com o MEC , as baixas taxas de prática esportiva refletem a defasagem desse ensino.


 Outrossim, é imperativo ressaltar como a educação física para crianças e adolescentes pode impactar a sociedade. Segundo Émile Durkheim existe na solidariedade orgânica uma dependência das ações dos indivíduos. Nesse espectro, com a pouca prática de exercícios físicos há um aumento do sedentarismo que pode atenuar problemas cardíacos, levar à obesidade, além de afetar relações de sociabilização. Partindo desse pressuposto, o Sistema Público de Saúde é diretamente impactado, pois terá que lidar com um aumento significativo de tais problemas de saúde entre crianças e jovens. 


Portanto, é mister que medidas sejam tomadas para que haja uma maior valorização da educação física para o desenvolvimento infantojuvenil. Assim, urge que o Ministério da Educação crie um projeto de lei, a ser entregue à Câmara de Deputados. Nesse projeto, deve constar que todas as escolas do país cumpram a carga horária de 225 minutos semanais de educação física, como orientado pelos pesquisadores. Logo, as problemáticas serão atenuadas e os adolescentes terão mais rendimento nos estudos e uma melhoria na qualidade de vida.

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