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A importância da Educação Física para o desenvolvimento infantojuvenil

    O filósofo Jean-Paul Sartre dissertou acerca do comportamento coletivo, evidenciando-o sobre o caminho para o real progresso de uma nação, a fim de alcançar o bem-estar social. Análogo a isso, nota-se, no Brasil hodierno, baixos índices de realização de exercícios físicos por crianças e adolescentes, o que pode causar sérias consequências. Dessa forma, deve-se pautar, na contemporaneidade, os desdobramentos da importância da educação física e suas consequências.


    Em primeiro lugar, é importante discutir os desdobramentos dessa pauta. Nesse sentido, embora a educação física seja de ensino obrigatório, de acordo com o Ministério da Educação, as baixas taxas de prática de atividade física por crianças refletem que esse ensino não está acontecendo de maneira eficaz. Dessa maneira, percebe-se a atuação da modernidade líquida, do sociólogo Zygmunt Bauman, visto que as pessoas estão cada vez mais distantes umas das outras, criando relações supérfluas, o que dificulta o trabalho em equipe exigido por muitas dessas atividades, criando as altas taxas de sedentarização atuais, segundo o programa "Bem Estar". 


   Ademais, é válido debater as consequências dessa problemática. Nessa perspectiva, pode-se destacar 2 campos de consequência: a saúde e a sociabilidade, no primeiro, a sedentarização pode causar obesidade, problemas cardíacos e outras doenças, a curto ou longo prazo, sendo que a simples prática dessas atividades pode evitar futuras comorbidades e gastos governamentais no tratamento dessa pessoa. Paralelamente, no segundo, para a sociologia, a escola é o meio da socialização secundária, possibilitando a criação de laços entre os alunos, sendo que essa prática promove o trabalho em equipe e, por conseguinte, laços mais fortes. Outrossim, é vultoso salientar a importância da prática de atividade física pelo público infanto-juvenil.


   Portando, torna-se clara a importância da adoção de medidas para incentivar essa atividade. Para isso, urge que o Governo Federal, junto ao Poder Legislativo e especialistas, crie um projeto para a inclusão do TFM(Treinamento Físico Militar), de caráter obrigatório, no currículo secundarista, criando parcerias com as forças militares locais para elaboração de cronogramas de atividade para cada faixa etária. Sendo assim, isso pode ser feito por meio de um projeto de lei e tem como finalidade o aumento do bem-estar social, o que vai ao encontro da teoria do filósofo francês.

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