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A família brasileira e suas novas configurações

O conceito de família, por muito tempo, foi associado à união matrimonial entre um homem e uma mulher, sendo ignorados, qualquer outra configuração, pela igreja ou Estado, como reflexo de uma sociedade sacramentada e patriarcal. Na atualidade, a ascensão de familías homoafetivas, informais e monoparentais, trazem uma nova visão sobre o assunto.


De acordo com o pensamento de Elisabeth Roudinesco, família trata-se da consumação de uma longa evolução. Como exemplo disso, está a autonomia da mulher em criar e assumir, sozinha, a criação de filhos, frente à negligência paterna, sendo responsável pela construção de um núcleo familiar, ou a união de pessoas do mesmo sexo, antes vistos como coisas inaceitáveis.

O preconceito e a intolerância arcaica são os principais impecílios para a união, e a aceitação das famílias contemporâneas, bem como, uma visão religiosa e conservadora acerca de tais relacionamentos, o que, ainda, gera um relutância por parte de igrejas, e da própria sociedade, embora legalizados pelo Estado, aceitá-los e reconhece-los.


Torna-se evidente, portanto, a ratificação de todas as configurações familiares. É dever das famílias e escolas, como fontes socializadoras, instruírem as crianças por meio de conversas e debates, sobre as diferenças sociais, com a finalidade de diminuir a intolerância, e do próprio governo na criação de métodos para punir casos de preconceito, para que, assim como Roudinesco, a sociedade veja a diferença como evolução.
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