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A dificuldade de lidar com a morte

      Promulgada pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à saúde emocional e ao bem-estar social. No entanto, a dificuldade de lidar com a morte impossibilita que a população desfrute desse direito universal na prática. Diante disso, torna-se fundamental a superação desses desafios, a fim do pleno funcionamento íntegro da sociedade.


       Em primeiro plano, é fundamental pontuar que a dificuldade de lidar com a morte deriva da baixa atuação dos setores governamentais no que concerne à criação de projetos de apoio psicológico a parentes de falecidos os quais auxiliem a lidar com a morte. Constata-se na Constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, em seu artigo 6, que "São direitos sociais a saúde, a assistência aos desamparados, na forma dessa constituição". Contudo, tal prerrogativa legal não acontece na prática, uma vez que a falta de assistência às famílias que tem sues entes queridos falecidos não usufluem desse direito de assistência. Desse modo, faz-se necessária a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.


       Por conseguinte, é imperativo ressaltar a má representação midiática como promotora do problema. De acordo com o sociólogo Pierre Bourdieu, "O que foi criado para ser instrumento de democracia não deve ser convertido em mecanismo de opressão". Partindo desse pressuposto, vê-se que a mídia repercute muitos desastres, causando terror nas pessoas. Tudo isso retarda a resolução do empecilho, já que infelizmente a má representação midiática contribui para a perpetuação desse quadro deletério. 


            Assim, medidas exequíveis são necessárias para conter  avanço da dificuldade de lidar com a morte na sociedade brasileira. Dessarte, com o intuito de mitigar a problemática, necessita-se, que o Tribunal de Contas da União direcione capital que, por intermédio das Prefeituras Municípais por meio das assistentes sociais, será revertido na criação de projetos sociais, nos quais as famílias que perdem seus entes queridos tenham apoio. Além disso, urge que a Mídia implemente em hórarios nobres palestras ministradas por psicólogos sobre saúde mental após a morte e como lidar com ela. Com efeito, espera-se, que com tais medidas ocorra o impacto nocivo da dificuldade de lidar com a morte, desse modo a população desfrutará de seus direitos assegurados tanto pela Declaração Universal dos Direitos Humanos quanto pela Constituição Federal. 

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