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A desvalorização do futebol feminino no Brasil

       De acordo com o calendário cósmico - artefato científico criado para visualizar o tempo de vida do universo, comparando tudo que existe em um único calendário anual desde o Big Bang -, a humanidade só passou a existir nos últimos segundos do último dia daquele mesmo ano, o que é um tempo bastante significativo se comparado aos 13,7 bilhões de ano de evolução do cosmos. Sob essa ótica, é lamentável que mesmo depois de séculos de ascensão a espécie humana ainda não tenha solucionado questões tão arcaicas como a desvalorização do futebol feminino no Brasil. Dessa forma, torna-se necessária a discussão a cerca do assunto, a fim de solucioná-lo.



         Inicialmente, é interessante analisar a problemática hodierna através de "Memória Póstumas de Brás Cubas", obra que inaugurou o realismo na literatura brasileira, de Machado de Assis, a qual profere que não teve filhos e tampouco transmitiria a alguma criatura o legado da miséria humana. Tal posição, decerto, é claramente comprovada no Estado pós-moderno, uma vez que a desvalorização do futebol feminino, no Brasil, é apenas o reflexo de uma comunidade machista patriarcal, ou seja, a perpetuação de um preconceito enraizado há décadas, demostrando, dessa forma, o despreparo do Poder Público para lidar com o problema em questão, já que é papel dos governantes - de acordo com a Constituição - garantir o bem-estar coletivo. Nesse viés, torna-se compreensível o pensamento do autor supracitado, tendo em vista a quebra de veracidade da Constituição para com a necessidade do cidadão.


 


         Outrossim, convém ressaltar que o problema é pouco debatido. Diante disso, segundo o filósofo do sacro Império Romano Johann Goethe, nada no mundo é mais assustador do que a ignorância em ação. Nesse sentido, é de extrema importância que a sociedade busque se informar e debater a respeito da a desvalorização do futebol feminino no Brasil, visto que sem diálogo sério e massivo sobre esse problema, as consequências tornam-se cada vez mais infortúnios e sua resolução quase utópica. Dessa maneira, é visível que a ignorância social fortalece essa inércia.


 



       Depreende-se, portanto, a necessidade de ações que amenizem a problemática na sociedade brasileira. Assim, cabe ao Tribunal de Contas das União, direcionar capital, através do Ministério da Educação que será investido na contratação de profissionais, de preferência jogadoras de futebol, para debater, por meio de palestras, o quanto a desvalorização do futebol feminino pode trazer consequências como o fortalecimento do machismo. Tais debates terão o intuito informá-los sobre o assunto e, posteriormente, quebrar a ignorância em ação, para que por fim essa parcela da população não sejam marginalizada pela coletividade. Somente com essas ações, o país se desprenderá do conceito de "Sociedade Miserável", tal como aquela descrita por Machado de Assis.


 

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