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A crescente descrença no pensamento científico no Brasil

No ano de 1904, o governo do Rio de Janeiro implantou a vacinação obrigatória para toda a população, o que acarretou na Revolta da Vacina. Devido à falta de informação, a população não acreditava que se tratava de algo benéfico e se recusava a receber a imunização. Apesar de ter acontecido a mais de um século, a desinformação perpetua até os dias atuais. Consequentemente, a crescente descrença no pensamento científico no Brasil traz sérios riscos à saúde da população.



Em primeira análise, vale destacar que o advento da internet, ocorrido a partir da Terceira Revolução Industrial, proporcionou a democratização do conhecimento e o aprimoramento da comunicação, a qual, entretanto, é usada por muitos para disseminar notícias falsas. Movimentos como a antivacinação e o terraplanismo vem crescendo e convencendo cada vez mais pessoas, alimentando a alienação, que por conseguinte ameaça a saúde pública.



Em segundo lugar, durante a Segunda Guerra Mundial, no século XX, a medicina teve um grande avanço técnico-científico. A partir disso, aprimoraram-se procedimentos como a vacinação, que ao passar dos anos foi se desenvolvendo e mostrando eficiência na erradicação de doenças. No entanto, devido aos movimentos contra a vacina que se baseiam em fake news, afirmando que esse método de imunização traz sérios efeitos colaterais, doenças já erradicadas como o Sarampo voltaram a ameaçar a população brasileira.



Portanto, medidas são necessárias para amenizar essa problemática. Logo, cabe ao Ministério da Saúde por meio de campanhas nas redes sociais e através de palestras em instituições de ensino, com a presença de profissionais da área de saúde, incentivar a população a tomar vacina, refutar os mitos acerca desse processo e alertar para os riscos que a falta da vacina implica na sociedade. Espera-se com essas medidas que possa ser freada a persistência da descrença científica no Brasil.

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